"Pelo visto aquele rato aquele rato gordo esteve Esteve aqui roeu meus sonhos Delinquente novamente Minha fome mestra nao tem dentes junto o que restou Alguns trapos meus remendos Tudo agora nutre aquele aquele bicho O rato estranho estranho e gordo come o bom E deixa o lixo para mim para mim Medo de dormir novamente Medo de estar desatento Medo de acordar com um novo frio Sem roupa sem sono e sem cobertor"
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Ver todas"Hoje a chuva cai mas não esta só Leva consigo barracos sobrados palafitas Crianças que tiveram o sonho interrompido Pelo barro que desce a encosta Que de novo se chama encosta E deixa de ser lar Gritos perdidos no escuro pessoas perdidas nos escombros Relâmpagos cortam a noite e as lágrimas rolam no rosto Como a chuva Triste chuva Quando irá parar O desespero já domina Por todos os lados vemos a triste neblina da dor a sufocar E quando amanhece o dia vemos nossas vidas pelo chão No meio da lama Da lama que desce Por causa da chuva Que não quer mais que não quer mais parar que não quer mais parar Dorme neném senão a chuva vem pegar Papai só tem no céu mamãe foi trabalhar E só nos resta rezar"
"Por que esse choro assim meu sol? Por que não quer contar? Estarei sempre perto óh Quando quiser é só chamar, viu? Quando quiser é só pensar Que eu venho pra te escutar Que eu venho Pra te acalmar Prometo Parapá ... Vê se não faz assim meu sol Não tente se afastar, ah, me proteger Eu sempre estive pra sorrir Estarei pra chorar também, viu? No seu abraço sou forte Sei, ser Sou sua mulher No intervalo da luta Pode ser meu menino dorme Aproveite esse colo que é seu Você sempre esteve tão perto Foi meu pai tantas vezes Parapá ..."
"A culpa é sempre do mordomo, do juiz e do vocal."
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