"OUTONO... Como avivar tuas marcas impressas em cada página que escrevo? Em cada crepúsculo que desenha o teu, o meu adormecer? Aqui o velho piano já não quebra mais o silêncio das horas, nem a tosca lareira abriga chamas de outrora... Restam-me apenas alguns poucos momentos congelados na memória - quadros mudos que não fazem história - e as cinzas... Ali calçada molhada, transeuntes sem manto, folhas ao vento, natureza em pranto... Até quando? Não sei... Tristeza? Não! Melancolia, talvez... É... Mais um ciclo se fecha, adormecem as sementes de um novo amanhã... Maria Aparecida Giacomini Dóro"
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Ver todas"Somos humanos! Que bom que somos humanos! Assim, imersos nas águas emocionais, podemos sentir os impactos das polaridades tão presentes em nossas vidas. Impactos que nos despertam do sono letárgico do "existir" para a expressiva aurora do "viver". Impactos que nos mostram que o equilíbrio se faz no caminho do meio... Equilíbrio? Equilíbrio é chão; é lição! É vida pautada no agora, meu irmão!"
"A sentença Gritos de apelo Rasgam o véu da noite E muros se erguem em resposta Silencio Lavo as mãos... É tão fácil Condeno, mais ainda Afinal, é o outro imerso nas trevas Silencio "Ah! Então... Não te importas Com a face de ti Que agoniza aqui, ali e lá?" Silencio..."
"Confiança... Fina taça de cristal, uma vez quebrada, sempre que br a d a ficará."
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