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"- Efetivamente, disseram-me - tornou o conde - que os senhores repetiam sinais que nem sequer compreendiam. - Decerto, senhor; e eu antes quero isso - disse a rir o homem do telégrafo. - Por que é que antes quer isso? - Porque desse modo não tenho responsabilidade. Sou uma máquina, nada mais, e, contanto que funcione, não me pedem outra coisa."

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