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"Ladeira Nascia, enumerado pelos seus dentes, Os primeiros raios de sol. Às vezes corro pelos campos, procurando regularmente a visita intolerável de bailarinas. O atraso do trem causa-me distorções no abdômen. Minhas conquistas nunca se limitam no mais vulgar e a parte final é sempre tomada de grandes sóis. Giro sobre o tornozelo, muitas vezes quebrado pelo amanhecer e percorro com o olhar a janela branca, o ponteiro. Nosso sorriso não é permitido. Um pôr-do-sol nos confunde com a ladeira. A subida é cansativa “sozinho”. Um automóvel, nossos encontros. Minha alegria foi te imaginar como silhueta. Entrei neste instante no oceano profundo de meu vazio. Agora é preciso descansar, virar para o outro lado e esperar. Jaak Bosmans"

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