"A necessidade faz-nos habituar a estranhos companheiros de leito."
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Ver todas"SONETO MCCXXIV A que devo contemplar este templo Se o mal não destrói a primavera Se pode julgar este exemplo Então meu ódio por mal se venera Em tão triste verão Que não será contado a derrota Belo é viver em vão Pelo bem do amor que amarrota Entro no campo de batalha Vejo aquela cena A regra é sair glorioso Ou perder e cumprir tua pena Se tu nota até o barulho do vento Sabe que das palavras esqueci o acento"
"Ser ou não ser, essa é a questão: será mais nobre suportar na mente as flechadas da trágica fortuna, ou tomar armas contra um mar de obstáculos e, enfrentando-os, vencer? Morrer — dormir, nada mais; e dizer que pelo sono se findam as dores, como os mil abalos inerentes à carne — é a conclusão que devemos buscar. Morrer — dormir; dormir, talvez sonhar — eis o problema: pois os sonhos que vierem nesse sono de morte, uma vez livres deste invólucro mortal, fazem cismar. Esse é o motivo que prolonga a desdita desta vida."
"Pois a natureza não nos faz crescer apenas em forças e tamanho. À medida que este templo se amplia, se amplia dentro dele o espaço reservado pra alma e pra inteligência."
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