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"Tudo tem um propósito debaixo do céu. Que possamos aprender diante dos nossos discursos,do nosso ouvir o próximo, que possamos nos policiar diante da nossa fala, que possamos cuidar e zelar por cada palavra e vigiar as nossas emoções, que possamos com isto adquirir a sabedoria necessária, pois não basta ao homem ter conhecimento se este não tem prudência no seu falar. Como diz em (1 Coríntios 13:4-7)O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta . Quem verdadeiramente ama, simplesmente ama, não aponta, não fala mal, não se alimenta do disse me disse, da fofoca que nada traz de crescimento. Quem verdadeiramente ama acolhe, não é falso, não tem um discurso dissimulado. Quem verdadeiramente ama ora pelo outro, acolhe, chama para si, conquista, perdoa.."

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"A posição da mulher tem uma função especial quanto à atuação de contribuição direta da construção de valores, da sua postura enquanto mãe, ao fazer valer sobre os seus filhos os ideais que a mesma carrega como elementos de sua história, de suas crenças e superstições. A história da mulher está elencada sobre as suas diversas transformações sociais, que estão naturalmente fundamentadas sobre os seus anseios, suas perspectivas de luta, medos e desafios. A mulher tem o poder de contribuir cada vez mais sobre a base de formação do indivíduo na sociedade. Ela tem uma responsabilidade muito grande sobre esta formação, pois nela, enquanto mãe, é depositada a cobrança e a responsabilidade cada vez mais acirrada sobre o seu poder de educar e de transformar."

"A mulher contemporânea reivindica os seus direitos, posiciona-se não só como mulher, a sua condição de ser mulher, como também luta cotidianamente em busca de uma outra visão da mulher como um ser autêntico e determinado, não mais submisso, que levanta a bandeira contra toda e qualquer forma de violência que fere de forma universal a primazia da luta pelos direitos humanos.A nova mulher encontra-se apoiada em elementos importantes de dignidade e ,principalmente, no surgimento da Lei nº 11.340/2006, conhecida popularmente como Lei Maria da Penha. Não só mudanças naturais e comportamentais da sociedade, mas também o surgimento de Leis vieram auxiliar e exigir que posturas de abusos, maus tratos e costumes primitivos e agressivos possam ser denunciados e que a sociedade venha a ser cada vez mais presente no combate a este tipo de comportamento, não mais omissa, contrária aos chavões em que o senso comum tanto apregoou: “Em briga de marido e mulher não se mete a colher”, “Parece mulher de malandro, gosta mesmo é de apanhar”. Estes e outros chavões de rótulos pejorativos e grosseiros não podem mais ser aplicados contra a mulher."

"É muito fácil julgar, difícil é se colocar no lugar do outro!"

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