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"Meu querer. Quero o murmurar displicente dos ribeiros de minha inocência. Quero o sumo que a felicidade verteu de suas tetas fartas. Quero o mistério da sala escura que nunca abri. Quero a maciez do silêncio maternal que embalou minha fadiga. Quero a doçura do azul que coloriu meu olhar castanho. Quero o Tudo que vem do nada e o nada que mora no Tudo. Quero a Ti!"

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