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"A minha linda tinha um mal que a consumia por dentro. Estava a consumi-la, a devorá-la, a definhá-la. Eu o sabia. Desde que ela se refugiou dentro de si. A medicina não sabia bem o que era e aconselhou-nos a visitar algo menos, digamos, recorrente. E receia. Como tudo o que cheira a desconhecido. Amargo, muito amargo. O fim de uma planta …sem destino definido ouvi uma voz me chamando…"

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