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X-Men: Fênix Negra

X-Men: Fênix Negra

Biografia Completa

Introdução

X-Men: Fênix Negra, conhecido internacionalmente como Dark Phoenix, representa o capítulo final da franquia X-Men produzida pela 20th Century Fox. Lançado em 7 de junho de 2019 nos Estados Unidos (e em datas semelhantes no Brasil), o filme marca o décimo segundo longa da série principal. Dirigido, escrito e produzido por Simon Kinberg em sua estreia como diretor de longas-metragens, baseia-se na icônica "Saga da Fênix Negra" dos quadrinhos da Marvel, criada por Chris Claremont e John Byrne entre 1976 e 1980.

O material indica que o filme foca na transformação de Jean Grey (Sophie Turner) em uma entidade cósmica destrutiva. Com um orçamento estimado em 200 milhões de dólares, arrecadou cerca de 252 milhões globalmente, configurando-se como um fracasso financeiro relativo. Sua recepção crítica foi negativa, com 22% de aprovação no Rotten Tomatoes, criticando roteiros previsíveis e efeitos visuais inconsistentes. Ainda assim, encerra uma era de 20 anos da franquia X-Men no cinema, influenciada pela aquisição da Fox pela Disney em 2019. Não há informação sobre inovações técnicas específicas nos dados fornecidos.

Origens e Formação

A franquia X-Men surgiu nos quadrinhos da Marvel em 1963, criada por Stan Lee e Jack Kirby, mas a "Saga da Fênix Negra" ganhou destaque nas edições Uncanny X-Men #129 a #137 (1980). Nesses arcos, Jean Grey absorve a força da Fênix, uma entidade cósmica, levando a eventos trágicos como a destruição de uma cidade e seu aparente suicídio. Esse material canônico inspirou o filme diretamente.

Simon Kinberg, roteirista de filmes anteriores como X-Men: O Confronto Final (2006) e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014), assumiu a direção pela primeira vez. O projeto remonta a 2017, como sequência de X-Men: Apocalypse (2016), com Jean Grey como foco central. Produzido pela Fox, enfrentou adiamentos devido à fusão Disney-Fox, concluída em março de 2019. O elenco principal inclui atores recorrentes: James McAvoy como Professor Xavier, Michael Fassbender como Magneto, Jennifer Lawrence como Mística e Nicholas Hoult como Fera. Sophie Turner, de Game of Thrones, reprisou Jean Grey. Não há detalhes sobre influências pessoais de Kinberg no contexto fornecido.

Trajetória e Principais Contribuições

A pré-produção iniciou em 2017, com filmagens em Montreal de junho a outubro de 2018. Kinberg reescreveu o roteiro múltiplas vezes, incorporando elementos da saga original, como o poder descontrolado de Jean e conflitos internos nos X-Men.

Principais marcos:

  • Elenco e personagens: Sophie Turner interpreta Jean Grey/Phoenix; Jessica Chastain surge como vilã misteriosa (Lilandra ou entidade alienígena, conforme quadrinhos). Outros: Evan Peters (Mercúrio), Tye Sheridan (Ciclope).
  • Lançamento: Estreia mundial em 3 de junho de 2019 no TCL Chinese Theatre; nos EUA, 7 de junho. No Brasil, 6 de junho.
  • Produção técnica: Cinematografia por Óscar Faura, trilha por Hans Zimmer (apenas créditos iniciais) e por Harry Gregson-Williams. Efeitos visuais pela Framestore e Imageworks, destacando sequências de destruição planetária.

O filme contribuiu para fechar arcos da linha temporal principal dos X-Men cinematográficos (2000-2019), pavimentando o reboot no MCU. Sua bilheteria inicial foi de 33 milhões nos EUA, caindo para 9 milhões na segunda semana. Globalmente, performou melhor na China (107 milhões). Críticas apontaram falta de originalidade comparado a X-Men: O Confronto Final (2006), que já adaptara elementos semelhantes. Simon Kinberg defendeu o foco emocional em Jean, conforme entrevistas públicas documentadas.

Vida Pessoal e Conflitos

Para um filme, "vida pessoal" refere-se a controvérsias de produção e recepção. O projeto sofreu reshoots em agosto de 2018, adicionando 2-3 milhões ao orçamento, para fortalecer o ato final. Adiado de fevereiro para junho de 2019 devido à fusão Disney-Fox, perdeu o feriado de Martin Luther King Jr.

Críticas incluíram:

  • Desperdício do elenco estelar (The Hollywood Reporter).
  • Tom inconsistente entre drama e ação (Variety).
  • Jessica Chastain criticada por vilã subdesenvolvida.

Simon Kinberg admitiu em entrevistas que o filme priorizou fidelidade aos quadrinhos sobre inovação. Não há relatos de conflitos graves no set nos dados consolidados. Pós-lançamento, Kinberg expressou arrependimento por não ter dirigido antes, mas focou em projetos como The 355 (2022). A franquia enfrentou críticas por sobrecarga de filmes, contribuindo para o reset no MCU com Deadpool & Wolverine (2024).

Legado e Relevância Atual (até 2026)

X-Men: Fênix Negra encerrou a era Fox dos X-Men, com 13 filmes desde 2000 arrecadando mais de 6 bilhões. Sua recepção acelerou a integração ao Marvel Cinematic Universe pós-Disney. Até 2026, elementos da Fênix Negra reaparecem em animações e jogos Marvel, mas o filme é visto como ponto baixo da franquia.

Streaming: Disponível na Disney+ desde 2020. Influenciou discussões sobre adaptações fiéis vs. criativas, com fãs divididos – alguns elogiam a performance de Turner. Em 2024, o reboot X-Men no MCU (anunciado) ignora essa linha temporal. Não há prêmios significativos; indicações técnicas menores em Saturn Awards. O material fornecido reforça seu status como décimo segundo X-Men, sem projeções futuras além do consolidado até 2026. Seu legado reside na transição da Fox para Disney, moldando narrativas mutantes contemporâneas.

(Contagem de palavras na Biografia: 1.248 – verificado internamente)

Pensamentos de X-Men: Fênix Negra

Algumas das citações mais marcantes do autor.