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William P. Young

William P. Young

William Paul Young (1955) é um escritor canadense, autor do best-seller A Cabana.

26 pensamentos
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Frases - Página 3

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"Se você quiser ir só um pouquinho mais fundo, poderíamos falar sobre a natureza da própria liberdade. Será que liberdade significa que você tem permissão para fazer o que quer? Ou poderíamos falar sobre tudo o que limita sua liberdade. A herança genética de sua família, seu DNA específico, seu metabolismo, as questões quânticas que acontecem num nível subatômico onde só eu sou a observadora sempre presente. Existem as doenças de sua alma que o inibem e amarram, as influências sociais externas, os hábitos que criaram elo e caminhos sinápticos no seu cérebro. E há os anúncios, as propagandas e os paradigmas. Diante dessa confluência de inibidores multifacetados, o que é de fato a liberdade?"
"Quando algo lhe acontece, como você determina se é uma coisa boa ou ruim?! - Bom, na verdade nunca pensei nisso. Acho que eu diria que algo é bom quando eu gosto, quando me faz com que eu me sinta bem ou me dá um sentimento de segurança. Por outro lado, eu diria que uma coisa é ruim se me causa dor ou custa algo que eu quero. - Então é bem subjetivo? - Acho que sim. - E até que ponto você confia em sua capacidade de discernir o que é bom ou o que é ruim para você? - Para ser honesto, acho que tenho razão de ficar com raiva quando alguém ameaça o que considero "bom", o que eu acho que mereço. Mas não sei realmente se existe algum fundamento lógico para decidir o que é bom ou ruim, a não ser o modo como algo ou alguém me afeta. Tudo parece relacionado comigo e meus interesses, acho. E minha ficha também não é das melhores. Algumas coisas que eu inicialmente achava boas acabaram sendo terrivelmente destrutivas, e outras que eu achava ruins, bem, acabaram sendo. - Então você determina o que é bom e o que é ruim. Você se torna o juiz. E, para tornar as coisas ainda mais confusas, aquilo que você determina que é bom acaba mudando com o tempo e as circunstâncias. E, pior ainda, há bilhões de vocês, cada um determinando o que é bom e o que é ruim. Assim, quando o seu bom e o seu ruim se chocam com o vizinho, seguem-se brigas, discussões e até guerras. E, se não há uma realidade do bem que seja absoluta, você perde qualquer base pra avaliar. É apenas a linguagem e podemos muito bem trocar a palavra bem pela palavra mal. (...) - Agora posso ver. - confessou Mack - que gastei a maior parte do meu tempo e da minha energia tentando adquirir o que eu achava que era bom, como segurança financeira, a saúde, a aposentadoria, ou sei lá o quê. E gastei uma quantidade gigantesca de energia e preocupação temendo o que determinei que era mau. - Isso permite que vocês brinquem com Deus em sua independência. Por essa razão, uma parte de vocês prefere não me ver. E vocês não precisam de mim para criar sua lista do que é bom e ruim. Mas precisam de mim se tiveram qualquer desejo de parar com essa ânsia tão insana de independência. - Então há algum modo de consertar?! - Você deve desistir de seu direito de decidir o que é bom e ruim e escolher viver para mim. É um comprimido difícil de engolir. Para isso você deve me conhecer o bastante, a ponto de confiar em mim e aprender a se entregar à minha bondade inerente. Mackenzie, o mal é uma palavra que usamos para descrever a ausência de Deus, assim com usamos a palavra escuridão para descrever a ausência de luz, ou morte para descrever a ausência de vida. Tanto o mal quanto a escuridão só podem ser entendidos em relação à Luz e ao Bem. Eles não têm existência real. Eu sou a luz e eu sou o Bem, sou o Amor e não há escuridão em mim. A Luz e o Bem existem realmente. Assim, afastar-se de mim irá mergulhar você na escuridão. Declarar independência resultará no mal, porque, você se separou de mim, que sou a Vida."