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The Chainsmokers

The Chainsmokers

Biografia Completa

Introdução

The Chainsmokers, duo formado por Andrew Taggart e Alex Pall, transformou o cenário da música eletrônica dance (EDM) nos anos 2010. Conhecidos por hits que dominaram paradas globais, eles fundem elementos de pop, future bass e trap, alcançando bilhões de streams no Spotify e YouTube. Seu breakthrough veio com "#Selfie" em 2012, mas o pico ocorreu entre 2015 e 2016 com "Roses", "Don't Let Me Down" e "Closer", esta última com Halsey.

Venceram o Grammy de Best New Artist em 2017 e venderam milhões de álbuns. Até 2026, permanecem relevantes com turnês e singles, influenciando produtores de EDM pop. Sua abordagem acessível democratizou o gênero para o rádio mainstream, gerando tanto aclamação quanto críticas por fórmulas repetitivas. O material indica que eles priorizam melodias cativantes e colaborações vocais.

Origens e Formação

Andrew Taggart nasceu em 31 de maio de 1990, em Portland, Maine. Estudou na University of Cincinnati, onde se formou em 2012 com bacharelado em História. Inicialmente, produzia música eletrônica como hobby, influenciado por artistas como Passion Pit e MGMT.

Alex Pall, nascido em 16 de abril de 1985, em Nova York, cresceu na área de Westchester. Frequentou a New York University, mas abandonou os estudos para focar em DJing. Trabalhou em uma agência de moda antes de se dedicar à música. Os dois se conheceram em 2012 na cidade de Nova York, onde ambos atuavam na cena underground de EDM.

Pall convidou Taggart para uma residência de DJs no West Village. Eles começaram como duo sob o nome The Chainsmokers, inspirado em uma piada interna sobre "smokers" e cadeias de eventos. Não há informação detalhada sobre infância específica além desses fatos básicos. Sua formação veio de experimentações em estúdios caseiros e gigs locais.

Trajetória e Principais Contribuições

A carreira decolou em 2014 com o lançamento independente de "#Selfie" via Mad Decent. A faixa, uma sátira sobre selfies em festas, viralizou no SoundCloud e atingiu o top 20 da Billboard Hot 100. Assinaram com a Columbia Records logo após.

Em 2015, "Roses" (com ROZES) marcou a virada: número 1 no Hot Dance/Electronic Songs e platina múltipla. Seguiu-se "Don't Let Me Down" (com Daya) em 2016, outro número 1 na Billboard, com vídeo de dança icônico. "Closer" (com Halsey), também de 2016, liderou a Hot 100 por semanas e acumulou mais de 3 bilhões de views no YouTube até 2026.

Lançaram o álbum de estreia Memories...Do Not Open em 2017, debutando no número 1 da Billboard 200, com faixas como "Something Just Like This" (com Coldplay). Venceram Grammy de Best Dance Recording por "Don't Let Me Down". O segundo álbum, Sick Boy (2018), explorou temas mais sombrios, seguido por World War Joy (2019), com colaborações como Bebe Rexha e Kygo.

Singles solo como "High" (2022) e "Time Bomb" (2023) mantiveram momentum. Turnês como a Memories Tour (2017) lotaram estádios. Contribuições incluem popularizar future bass no pop mainstream e impulsionar vocais femininos em EDM. Até 2026, acumularam 8 bilhões de streams globais e múltiplos prêmios Billboard Music Awards.

  • 2012-2014: Formação e "#Selfie" viral.
  • 2015-2016: Explosão com "Roses", "Don't Let Me Down", "Closer".
  • 2017: Grammy e álbum #1.
  • 2018-2023: Álbuns subsequentes e singles.
  • 2024-2026: Turnês e colaborações contínuas.

Vida Pessoal e Conflitos

Andrew Taggart e Alex Pall mantêm vidas pessoais reservadas, focadas na carreira. Taggart namorou a modelo Haley Kalil até 2023; o relacionamento ganhou atenção por posts nas redes. Pall data esporadicamente, com menções a relacionamentos com modelos. Ambos residem em Los Angeles e Nova York.

Não há relatos de grandes crises pessoais documentadas publicamente. Conflitos surgiram de críticas musicais: após o sucesso inicial, foram acusados de fórmula repetitiva, com drops previsíveis e letras simplórias. Pitchfork e outros veículos chamaram seu som de "EDM genérico para festivais". Eles responderam em entrevistas defendendo acessibilidade.

Questões internas incluem hiato criativo pós-2017, admitido em podcasts. Pandemia de COVID-19 pausou turnês em 2020. Não há evidências de brigas entre eles; enfatizam amizade em entrevistas à Rolling Stone. Filantropia inclui doações para causas mentais via The Chainsmokers Fund.

Legado e Relevância Atual (até 2026)

The Chainsmokers solidificou o EDM como força pop, pavimentando para artistas como The Chainsmokers influenciaram Martin Garrix e Illenium. Seu catálogo gera royalties anuais na casa de dezenas de milhões. Até 2026, "#Selfie" e "Closer" permanecem em playlists virais.

Participam de festivais como Ultra e Tomorrowland. Lançamentos recentes como EP No Hard Feelings (2024) mostram evolução para house e deep house. Críticas persistem, mas vendas comprovam apelo massivo: mais de 40 bilhões de streams cumulativos. Representam a era de ouro do EDM festival mainstream, com impacto em streaming e redes sociais. O material indica continuidade sem aposentadoria anunciada.

Pensamentos de The Chainsmokers

Algumas das citações mais marcantes do autor.