"Edward: Eu nunca vou me perdoar por ter te deixado - ele murmurou - Nem se eu viver cem mil anos. Eu coloquei a minha mão no seu rosto frio e esperei até que ele suspirou e abriu os olhos. Bella: Você só estava tentando fazer a coisa certa, e eu tenho certeza de que teria funcionado com alguém menos louco que eu. Além do mais, você está aqui agora. Essa é a parte que importa."
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Stephenie Meyer
Stephenie Meyer (1973) é uma escritora norte-americana, autora da saga "Crepúsculo", publicada a partir de 2005, em quatro livros: Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer, que lhe rendeu cinco filmes em Hollywood.
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"Manter-me concentrada no presente não foi tão difícil como eu pensara. O bosque era parecido com qualquer outra parte da península e Jacob criava um estado de espírito muito diferente. Ele assobiava animado uma música desconhecida, balançando os braços e andando com facilidade pelo terreno irregular. As sombras não pareciam tão escuras. Não com meu sol particular me fazendo companhia."
""Bem, pelo menos eu espero que você aproveite, pelo menos. Já viu algo que você gostasse?", eu caçoei, balançando a cabeça na direção de um grupo de garotas alinhadas na parede com os enfeites. "Sim", ele suspirou. "Mas ela está acompanhada". Ele olhou pra baixo pra me olhar nos olhos só por um segundo - então nós dois desviamos o olhar, envergonhados. "Aliás, você está muito bonita", ele acrescentou, timidamente."
"Ele me perguntou qual era a minha pedra preciosa favorita, e eu respondi que era o topázio sem pensar. Meu rosto ficou vermelho porque, até pouco tempo atrás, minha pedra preciosa favorita era o Ônix. Era impossível olhar pra os seus olhos da cor do topázio, e não entender o motivo da troca. E, naturalmente, ele não ia descansar enquanto eu não admitisse porque estava envergonhada. Edward: Me diga Bella: É a cor dos seus olhos hoje."
""Só pela dúvida", ele murmurou no meu cabelo, me apertando num abraço de urso que quase quebrou minhas costelas. "Não consigo - respirar", eu asfixiei. Ele me soltou imediatamente, mantendo uma mão na minha cintura pra que eu não caísse. Ele me puxou, mais gentilmente dessa vez, de volta para a cama. "Durma um pouco, Bells. Você precisa fazer sua cabeça trabalhar. Você precisa entender. Eu não vou te perder, Bella. Não por isso". - Jacob"
"- Você sabe aquela história na Bíblia? - Jacob perguntou de repente, ainda lendo o teto vazio. - Aquela sobre o rei e as duas mulheres brigando por um bebê? - Claro. Rei Salomão. - Isso mesmo. Rei Salomão -, ele repetiu. - E ele disse, cortem a criança no meio... mas era só um teste. Só pra ver quem desistiria de sua metade pra proteger a criança - - Sim, eu lembro. Ele olhou de volta para o meu rosto. - Eu não vou mais te cortar no meio, Bella."
"Edward: A cama? Eu acho ela legal. Bella: É desnecessária. Eu consegui botar pra fora. Ele puxou o meu rosto de volta pra o dele, e os meus lábios se encaixaram nos dele. Lentamente dessa vez, ele rolou até estar em cima de mim. Ele se segurou cuidadosamente pra que eu não sentisse nada do peso dele, mas eu podia sentir a frieza de mármore do seu corpo pressionado no meu. O meu coração estava batendo tão alto que foi difícil ouvir o riso baixo dele. Edward: Isso é debatível. Isso ia ser difícil no sofá."
"- Posso te dizer qual é a pior parte disso? - ele perguntou hesitantemente quando eu não disse nada. - Você se importa? Eu vou ser bonzinho. (...) A pior parte é saber o que teria sido. - O que poderia ter sido - Eu suspirei. - Não - Jacob balançou a cabeça. - Eu sou exatamente certo pra você, Bella. Teria sido fácil pra nós - confortável, fácil como respirar. Eu era o caminho natural que a sua vida teria tomado... (...) Eu podia ver o que ele via, e eu sabia que ele estava certo. Se o mundo fosse o lugar são que devia ser, Jacob e eu teríamos ficado juntos. E nós teríamos sido felizes. Ele era a minha alma gêmea nesse mundo."
"Ele pegou meu rosto nas mãos, quase com indelicadeza, e me beijou, os lábios inflexíveis movimentando-se nos meus. Não havia desculpa nenhuma para o meu comportamento. Obviamente, agora eu sabia disso, e no entanto, não consegui deixar de reagir exatamente como naquela primeira vez. Em vez de ficar imóveis, meus braços se estenderam para agarrar com força seu pescoço, e eu de repente estava colada em sua figura pétrea. Eu suspirei e meus lábios se separaram. Ele recuou, cambaleando, interrompendo sem esforço meu abraço. Edward: Droga, Bella! - explodiu ele, ofegante - Você vai me matar, juro que vai. Eu me curvei, segurando meus joelhos para me apoiar. Bella: Você é indestrutível - murmurei, tentando recuperar o fôlego."
""Eu falo sério, Bella. Eu não estou..." ele relutou, sua voz ficando ainda mais rouca enquanto ele lutava pra controlar suas emoções. Seus olhos estavam torturados. "Eu já não sou mais bom o suficiente pra ser seu amigo, ou nada mais. Eu não sou mais quem era antes. Eu não sou bom". "O quê?", eu encarei ele, confusa e apática. "O que você está dizendo? Você é muito melhor do que eu, Jake. Você é bom! Quem disse que você não é? Sam? Ele é um mentiroso, Jacob! Não deixe que ele te diga isso!" de repente eu estava gritando de novo. O rosto de Jacob ficou duro e vazio. "Ninguém me disse nada. Eu sei o que sou". "Você é meu amigo, é isso que você é! Jake - não!" Ele estava dando as costas pra mim. "Eu lamento, Bella", ele disse de novo."
""Discutam quando nós voltarmos, vamos!" Alice se virou para o carro, desaparecendo na sua pressa. Eu corri atrás dela, parando automaticamente pra trancar a porta. Jacob agarrou meu braço com a mão tremendo. "Por favor, Bella. Eu estou implorando". Os olhos escuros dele estavam brilhando com lágrimas. Um caroço preencheu minha garganta. "Jake, eu preciso". "Mas você não precisa. Você realmente não precisa. Você podia ficar aqui comigo. Você podia ficar viva. Por Charlie. Por mim". O motor da Mercedes de Carlisle ronronou; o ritmo do ronco se intensificou quando Alice acelerou impacientemente. Eu balancei minha cabeça, lágrimas saltando dos meus olhos com uma emoção devastadora. Eu puxei meu braço, e ele não lutou comigo. "Não morra, Bella", ele gaguejou. "Não vá. Não"."
"Eu sorri. “Ele é um pouco novo demais pra mim”. A carranca de Jacob se aprofundou mais ainda. “Ele não é assim tão mais novo do que você. É só um ano e alguns meses.” Eu tinha uma sensação de que não estávamos mais falando de Quil. Eu mantive minha voz leve, zombeteira. “Claro, mas considerando a diferença de maturidade entre rapazes e garotas, não temos que contar como a idade dos cachorros? O que isso me torna, uns doze anos mais velha?” Ele sorriu, revirando os olhos. “Ok, mas se vamos começar a ser seletivos assim, você tem que contar o seu tamanho também. Você é tão pequena que teria que descontar uns dez anos do seu total”. Quando nós chegamos em La Push, eu estava com vinte e dois anos e ele estava com trinta - ele definitivamente estava colocando a balança a favor das habilidades dele."