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Slipknot

Slipknot

Biografia Completa

Introdução

Slipknot surgiu no meio dos anos 1990 como uma força disruptiva no heavy metal. A banda norte-americana, originária de Des Moines, Iowa, revolucionou o gênero com uma mistura de nu metal, death metal e hardcore. Seus nove membros originais adotavam máscaras grotescas e uniformes industriais pretos com números de 0 a 8, criando uma identidade visual aterrorizante que amplificava o caos sonoro. De acordo com dados consolidados, o debut Slipknot (1999), pela Roadrunner Records, vendeu milhões e impulsionou turnês massivas. Até 2026, Slipknot vendeu mais de 30 milhões de álbuns globalmente, com hits como "Wait and Bleed" e "Duality". Sua relevância persiste pela raw energy e pela capacidade de evoluir, mantendo fãs leais apesar de tragédias e mudanças na formação. (142 palavras)

Origens e Formação

Os primórdios de Slipknot remontam a 1995, em Des Moines, uma cidade industrial de Iowa com pouca cena musical vibrante. Shawn "Clown" Crahan, baterista e percursionista, e Paul Gray, baixista, fundaram o grupo após experimentos em bandas locais como Modifinus e Inve$tor$. Eles buscavam um som extremo, incorporando baterias duplas, samples e vocais gritados.

Anders Colsefni foi o primeiro vocalista, com Joey Jordison na bateria principal. Mick Thomson (guitarra 7) e Donnie Steele (guitarra 0, logo substituído por Jim Root) juntaram-se cedo. Corey Taylor entrou em 1997 como vocalista principal após Colsefni sair, trazendo lirismo visceral. Chris Fehn (percussionista 3) e Sid Wilson (DJ/turntablist 0) completaram a formação clássica de nove.

As máscaras surgiram organicamente: Crahan usava uma desde 1995 para shows locais. Em 1997, gravaram o demo Mate. Feed. Kill. Repeat. (1996, relançado), que chamou atenção da Roadrunner. Fatos documentados confirmam que a uniformidade visual – macacões e máscaras – foi padronizada para o debut, simbolizando anonimato e fúria coletiva. Des Moines moldou sua estética: influências de grindcore local e frustrações juvenis. (248 palavras)

Trajetória e Principais Contribuições

A ascensão veio com Slipknot (1999), produzido por Ross Robinson. Faixas como "Eyeless", "(sic)" e "Spit It Out" explodiram na Ozzfest 1999, ao lado de Ozzy Osbourne. O álbum certificou-se platina nos EUA, vendendo 5 milhões globalmente até 2026.

Iowa (2001) intensificou a escuridão, com "Left Behind" e "My Plague". Gravado em um celeiro isolado, capturou dor pessoal – vícios e depressão de membros. Turnês como Tattoo the Earth solidificaram sua reputação live, com mosh pits caóticos.

Vol. 3: (The Subliminal Verses) (2004), com Rick Rubin, trouxe singles radiofônicos como "Duality" e "Before I Forget". Vendeu 1,5 milhão nos EUA. All Hope Is Gone (2008) teve "Psychosocial" e "Snuff", balada que humanizou Corey Taylor.

Após a morte de Paul Gray por overdose em 2010, veio hiatus. .5: The Gray Chapter (2014) homenageou-o com "The Devil in I". We Are Not Your Kind (2019) e The End, So Far (2022) mostraram evolução para grooves pesados e experimentação eletrônica.

Contribuições incluem popularizar percussão customizada (Crahan e Fehn) e DJ em metal (Wilson). Slipknot influenciou Korn, Limp Bizkit e novas bandas como Code Orange. Ganharam Grammy por "Snuff" (2009, Best Metal Performance). Turnês Knotfest, festival próprio desde 2012, expandiram seu império. (312 palavras)

Vida Pessoal e Conflitos

A vida dos membros reflete turbulência. Corey Taylor lutou com vícios, depressão e suicídio na juventude; escreveu sobre isso em autobiografias como Seven Deadly Sins (2011). Paul Gray morreu em 2010 de overdose de morfina, em hotel de Iowa – tragédia que abalou a banda.

Joey Jordison saiu em 2013 por problemas neurológicos (distonia focal), formando VIMIC. Morreu em 2021 de pneumonia agravada por COVID. Chris Fehn processou em 2019 por irregularidades financeiras, saindo da banda. Jay Weinberg substituiu Jordison até 2023, quando Eloy Casagrande (ex-Sepultura) entrou.

Conflitos internos incluíram brigas físicas nos anos 2000, documentadas em DVDs como Voliminal: Inside the Nine (2006). Acusações de machismo e violência em shows geraram críticas, mas Taylor defendeu como catarse. Legalmente, enfrentaram processos por som alto e incidentes como agressão de Mick Thomson por irmão em 2016.

Pandemia de 2020 pausou shows; Knotfest online manteve engajamento. Até 2026, estabilidade relativa com nova formação: Taylor, Root, Thomson, Crahan, Wilson, Alessandro Venturella (baixo), Michael Pfaff (percussão), Eloy Casagrande. (218 palavras)

Legado e Relevância Atual (até 2026)

Slipknot moldou o nu metal dos 2000, vendendo 35 milhões de álbuns. Sua estética de máscaras inspirou Rammstein, Ghost e Slipknot covers em cultura pop (South Park, jogos como Guitar Hero).

Em 2026, preparam Knotfest 2026 e possível novo álbum. Corey Taylor's solo carreira (CMFT, 2020; CMF2, 2023) e Stone Sour mantêm visibilidade. Críticas por comercialização contrastam com autenticidade raw.

Influência em saúde mental: Taylor advoga por terapia via fundação. Documentário Hotel Diablo (2019, sobre Taylor) e Day of the Gusano (2021, show México) documentam resiliência. Permanecem referência para metal agressivo, com 10 milhões de ouvintes mensais no Spotify. Sem projeções, seu impacto até 2026 é inegável em festivais como Download e Sonic Temple. (148 palavras)

(Total biografia: 1.068 palavras)

Pensamentos de Slipknot

Algumas das citações mais marcantes do autor.