"Como explicar os sentimentos... Com quais palavras expressar o sofrimento que é amar... Somente as lágrimas podem ir dizendo no rolar da face quando ei de me recuperar. Porém esse tempo é um relógio sem ponteiros Que um dia vai me despertar. E quando soar as fortes badaladas estarei pronto para me levantar Correrei atrás do tempo que perdi, mesmo sabendo que nunca vou recuperar..."
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Mizaj7
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Frases - Página 9
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"Como explicar os sentimentos... Com quais palavras expressar o sofrimento que é amar... Somente as lágrimas podem ir dizendo no rolar da face quando ei de me recuperar. Porém esse tempo é um relógio sem ponteiros Que um dia vai me despertar. E quando soar as fortes badaladas estarei pronto para me levantar Correrei atrás do tempo que perdi, mesmo sabendo que nunca vou recuperar..."
"Que as palavras saiam ao encontro do desejo de serem compreendidas. Que voem por barreiras inaudíveis ao encontro de sentido. Que sejam escritas erradas ou gramaticalmente refinadas, com falar rebuscado ou ignominiosamente inculto. Contudo, não percam o sentido... Que não venham ser como a lata que caindo "estardalha" seu vazio. "Dizer-se", "fazer-se"... não importa o que queira "informasse"... a frase só tem alma quando tudo que se diz pretende alcançar o AMOR."
"Que as palavras saiam ao encontro do desejo de serem compreendidas. Que voem por barreiras inaudíveis ao encontro de sentido. Que sejam escritas erradas ou gramaticalmente refinadas, com falar rebuscado ou ignominiosamente inculto. Contudo, não percam o sentido... Que não venham ser como a lata que caindo "estardalha" seu vazio. "Dizer-se", "fazer-se"... não importa o que queira "informasse"... a frase só tem alma quando tudo que se diz pretende alcançar o AMOR."
"Nos gritos do silêncio denuncio a dor de existir em mim. Me aproximo do que é o fim: o inaudível. Pois se a morte proporciona algo, esse algo é o silêncio. Os velórios são recobertos pelo som do inaudível. E, os olhos são porta-vozes e as lágrimas os discursos ensurdecedores da finitude. Por isso poucos suportam o silêncio... e um minuto sem palavras torna-se em momentos de angústia. A angústia da morte que habita-nos soa como brados arrebatadores no emudecer do mundo."
"Nos gritos do silêncio denuncio a dor de existir em mim. Me aproximo do que é o fim: o inaudível. Pois se a morte proporciona algo, esse algo é o silêncio. Os velórios são recobertos pelo som do inaudível. E, os olhos são porta-vozes e as lágrimas os discursos ensurdecedores da finitude. Por isso poucos suportam o silêncio... e um minuto sem palavras torna-se em momentos de angústia. A angústia da morte que habita-nos soa como brados arrebatadores no emudecer do mundo."
"Vida curta e imprecisa. Vamos continuar a desperdiçá-la com a mediocridade do ontem e a incerteza do amanhã? Cadê os valentes que darão a sua vida pelo amor e a cara a tapa para ganhar a felicidade? Preferimos uma realidade infeliz a uma felicidade incerta. Acreditamos que se está ruim, pior não pode ficar. Essa é mediocridade dos dias atuais, se acostumar com o quase: "está quase bom...", "é quase uma namorada(o) perfeita(o)", "melhor mal acompanhado do que só", "não é o trabalho que queria, mas dá pra sobreviver". Aceitar o que vem por medo de ser melhor é a desgraça da humanidade. Comparar-se ao "húmus" por medo de alcançar o "theos"."
"Vida curta e imprecisa. Vamos continuar a desperdiçá-la com a mediocridade do ontem e a incerteza do amanhã? Cadê os valentes que darão a sua vida pelo amor e a cara a tapa para ganhar a felicidade? Preferimos uma realidade infeliz a uma felicidade incerta. Acreditamos que se está ruim, pior não pode ficar. Essa é mediocridade dos dias atuais, se acostumar com o quase: "está quase bom...", "é quase uma namorada(o) perfeita(o)", "melhor mal acompanhado do que só", "não é o trabalho que queria, mas dá pra sobreviver". Aceitar o que vem por medo de ser melhor é a desgraça da humanidade. Comparar-se ao "húmus" por medo de alcançar o "theos"."
"Há uma porta! Sim, há uma porta! Com certeza é uma porta que se abre, lá aonde meus olhos estão indo. Há alguém esperando, ouço-o dizendo: _Vem, Vem, Depressa Vem! Tenho medo, mas meus pés começam a correr. Meu coração bate tresloucado e uma alegria invade meu ser. Não pode ser! Não pode ser! Sim, pode ser. É! Reconheço essas feridas em suas mãos, e em seus pés. Na ferida em seu ventre lembro-me da lança fatal. Nunca o havia visto, mas quando disse meu nome e abraçou-me com seus braços de amor, as lágrimas rolaram em meu rosto. Enfim encontrei a Paz que sonhava. E quando começou a dizer seu nome eu o abracei mais forte e disse: EU o Conheço."
"Há uma porta! Sim, há uma porta! Com certeza é uma porta que se abre, lá aonde meus olhos estão indo. Há alguém esperando, ouço-o dizendo: _Vem, Vem, Depressa Vem! Tenho medo, mas meus pés começam a correr. Meu coração bate tresloucado e uma alegria invade meu ser. Não pode ser! Não pode ser! Sim, pode ser. É! Reconheço essas feridas em suas mãos, e em seus pés. Na ferida em seu ventre lembro-me da lança fatal. Nunca o havia visto, mas quando disse meu nome e abraçou-me com seus braços de amor, as lágrimas rolaram em meu rosto. Enfim encontrei a Paz que sonhava. E quando começou a dizer seu nome eu o abracei mais forte e disse: EU o Conheço."
""Danlírio" Andavas sem direção como que um andarilho. Lançando sorte ao tempo, sem perceber, seus olhos fitos no horizonte o chão não tocava mais seus pés. Uma luz a envolvia como se o sol a olhasse incessantemente temendo perdê-la na amálgama "tarnoitecer". Cantos orquestrado por rouxinóis os embalavam dançantemente entre o céu e a terra. Atônito, o tempo pára para presenciar o bailar de duas entidades num inebriante flutuar. O primeiro era aquele que nunca parava de ir e vir, e, que refrescava o tempo em momentos de intenso calor. A outra era como de um corpo de mulher que tomada por um êxtase cedia a cada movimento, cada toque de alguém que sabe embalar os berços, o Vento. 02/11/07"
""Danlírio" Andavas sem direção como que um andarilho. Lançando sorte ao tempo, sem perceber, seus olhos fitos no horizonte o chão não tocava mais seus pés. Uma luz a envolvia como se o sol a olhasse incessantemente temendo perdê-la na amálgama "tarnoitecer". Cantos orquestrado por rouxinóis os embalavam dançantemente entre o céu e a terra. Atônito, o tempo pára para presenciar o bailar de duas entidades num inebriante flutuar. O primeiro era aquele que nunca parava de ir e vir, e, que refrescava o tempo em momentos de intenso calor. A outra era como de um corpo de mulher que tomada por um êxtase cedia a cada movimento, cada toque de alguém que sabe embalar os berços, o Vento. 02/11/07"