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Max Gehringer

Max Gehringer

Biografia Completa

Introdução

Max Gehringer destaca-se como administrador de empresas e comunicador sobre o universo corporativo brasileiro. Nascido em 1949 em Jundiaí, São Paulo, ele construiu uma trajetória sólida como executivo em multinacionais e, posteriormente, como autor e palestrante. Seus livros, como Relações Desumanas no Trabalho e Emprego de A a Z, oferecem visões práticas e bem-humoradas sobre emprego e gestão.

De acordo com dados consolidados, Gehringer é reconhecido por democratizar conhecimentos sobre carreira. Ele colunou na revista Veja desde 1995 e apresentou programas na rádio CBN, como Você S.A., alcançando milhões de ouvintes. Sua relevância persiste até 2026 como referência em orientação profissional, com palestras em empresas e eventos. Essa combinação de experiência prática e comunicação acessível o torna uma figura central no debate sobre trabalho no Brasil moderno.

Origens e Formação

Max Gehringer nasceu em 16 de outubro de 1949, em Jundiaí, interior de São Paulo. A cidade, conhecida por sua indústria têxtil e polo econômico paulista, serviu de pano de fundo inicial para sua vida. Não há detalhes extensos sobre sua infância ou família nos dados disponíveis, mas o contexto indica uma formação voltada para o mundo dos negócios desde cedo.

Ele graduou-se em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), uma das instituições mais prestigiadas do país em gestão. Essa formação, amplamente documentada, preparou-o para atuar em ambientes corporativos complexos. A FGV, com seu foco em casos práticos e liderança, alinhou-se perfeitamente à abordagem pragmática que Gehringer adotaria.

Influências iniciais parecem ligadas ao ambiente empresarial brasileiro dos anos 1960 e 1970, período de expansão industrial. Sem relatos específicos de mentores ou eventos formativos além da graduação, sabe-se que sua entrada no mercado de trabalho ocorreu logo após a formação, marcando o início de uma carreira executiva longa e bem-sucedida.

Trajetória e Principais Contribuições

A carreira de Gehringer como executivo começou em grandes empresas químicas e industriais. Ele trabalhou por 23 anos na Akzo Nobel, uma multinacional holandesa, onde ascendeu a diretor de recursos humanos e comunicação. Posteriormente, passou pela Rhodia, outra gigante do setor químico, consolidando expertise em gestão de pessoas e operações corporativas. Esses cargos lhe deram visão interna sobre dinâmicas empresariais, que ele exploraria em suas obras.

Nos anos 1990, transitou para a comunicação. Desde 1995, mantém coluna semanal na revista Veja, com análises sobre mercado de trabalho, demissões e ascensões profissionais. Seus textos, curtos e diretos, tornaram-se referência para executivos e profissionais em busca de orientação.

Na rádio CBN, apresentou o programa Você S.A. por mais de duas décadas, respondendo dúvidas de ouvintes sobre carreira. O formato interativo, com chamadas ao vivo, ampliou seu alcance. Ele também colaborou com a GloboNews em quadros semelhantes. Como palestrante, é descrito como um dos mais requisitados do país, ministrando talks em convenções corporativas sobre liderança e motivação.

Suas contribuições literárias são centrais. Publicou vários livros sobre o mundo empresarial, incluindo:

  • Relações Desumanas no Trabalho (1995), que satiriza interações corporativas.
  • Emprego de A a Z (1998), guia prático para procura de vagas.
  • Comédia Corporativa (2001), com humor sobre rotinas empresariais.
  • Arregace as Mangas (2004), motivacional para ação profissional.
  • O Sucesso Passo a Passo (2007), passos para avanço na carreira.

Esses títulos, editados por editoras como Saraiva e Campus, somam mais de 20 obras no total, com vendas expressivas. Gehringer usa linguagem coloquial, exemplos reais e ironia leve, tornando conceitos de gestão acessíveis. Seus marcos cronológicos refletem a evolução do mercado brasileiro: da estabilização econômica dos anos 1990 à globalização dos 2000. Até 2026, continua ativo em colunas e palestras virtuais pós-pandemia.

Vida Pessoal e Conflitos

Os dados fornecidos oferecem poucos detalhes sobre a vida pessoal de Max Gehringer. Ele mantém discrição sobre família e relacionamentos, focando narrativas em sua produção profissional. Não há registros públicos de casamentos, filhos ou eventos privados amplamente divulgados. Sua imagem pública é de profissional equilibrado, sem escândalos ou controvérsias notórias.

Críticas eventuais surgem de sua visão pragmática do mundo corporativo, vista por alguns como excessivamente realista ou cínica. Em Relações Desumanas no Trabalho, por exemplo, ele expõe absurdos empresariais sem propor revoluções, o que gerou debates sobre otimismo versus resignação. No entanto, não há conflitos graves documentados, como demissões polêmicas ou disputas judiciais. Sua longevidade na mídia sugere habilidade em navegar tensões corporativas sem alarde.

Durante a pandemia de COVID-19, adaptou palestras para o formato online, mantendo relevância sem interrupções significativas. Ausência de informações sobre crises pessoais reforça seu perfil low-profile fora dos holofotes profissionais.

Legado e Relevância Atual (até 2026)

O legado de Max Gehringer reside na popularização de temas de carreira no Brasil. Seus livros venderam centenas de milhares de exemplares, influenciando gerações de profissionais. Colunas na Veja e programas na CBN moldaram o discurso sobre emprego, especialmente em recessões como 2008-2009 e 2014-2016.

Até fevereiro de 2026, ele permanece ativo. Em 2023-2025, lançou atualizações de livros clássicos e palestrou sobre home office e inteligência artificial no trabalho, adaptando-se a mudanças pós-pandemia. Sua abordagem timeless – foco em atitude prática – garante atualidade.

Gehringer inspirou formatos semelhantes em podcasters e influenciadores de carreira. Empresas citam suas ideias em treinamentos de RH. Sem sucessor direto, seu impacto perdura em bibliotecas corporativas e buscas online por "dicas de emprego". De acordo com o material, ele simboliza a ponte entre gestão executiva e orientação acessível, com influência percebida em um Brasil cada vez mais competitivo no mercado de trabalho.

Pensamentos de Max Gehringer

Algumas das citações mais marcantes do autor.

"Há determinadas mensagens que, de tão interessantes, não precisam nem sequer de comentários. Como esta, que recebi certa vez. Abre aspas. Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis. Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na conta bancária. É claro que não tenho esse dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida. Fecha aspas."
"“Prezado Max meu nome é Sérgio, tenho 61 anos, e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas diziam em escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora me dizem que tenho de escutar ……os jovens porque são mais inteligentes. Na semana passada, eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa. Aprendi por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri para minha surpresa que hoje eu poderia estar milionário. Bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei, e principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro, em itens supérfluos e descartáveis. Ao concluir os cálculos percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária. É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas se tivesse sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso, acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje com 61 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde, portanto, viajar, comer pizzas e tomar cafés não fazem bem na minha idade, e roupas, hoje não vão melhorar muito o meu visual. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos, que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida”. “Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço."