"Caminhos... São tantos caminhos... Decido! Bagagens... Pra quê? Se levo amor no coração Livre, despojada, desapegada sou Caminhos comuns me confundem... Desisto! Busco o novo... O imponderável! Livre, despojada, desapegada vou São tantos caminhos... Uns, abrasados pelo fogo do amor Outros, reverenciados por folhas outonais Uns, embaçados por lágrimas de dor Outros, iluminados por centelhas vitais Íngremes ou brandos caminhos... Não importa! O que realmente importa São os passos, a meta... O amor! Livre, despojada, desapegada sou E... Num repente, Corro riscos, assumo falhas Acerto passos... Sigo em frente!"
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Maria Aparecida giacomini Dóro
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Frases - Página 32
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"Caminhos... São tantos caminhos... Decido! Bagagens... Pra quê? Se levo amor no coração Livre, despojada, desapegada sou Caminhos comuns me confundem... Desisto! Busco o novo... O imponderável! Livre, despojada, desapegada vou São tantos caminhos... Uns, abrasados pelo fogo do amor Outros, reverenciados por folhas outonais Uns, embaçados por lágrimas de dor Outros, iluminados por centelhas vitais Íngremes ou brandos caminhos... Não importa! O que realmente importa São os passos, a meta... O amor! Livre, despojada, desapegada sou E... Num repente, Corro riscos, assumo falhas Acerto passos... Sigo em frente!"
"Sombras da rejeição... Medo... Que medo é esse que, encontrando o coração aberto, adentrou e ali construiu o seu reinado? Que medo é esse que, temendo o exílio, formou logo o seu exército? Medos, medos, medos... Nada mais que projeções do medo amedrontado: medo da rejeição Amor... Que sentimento é esse que, encontrando o coração aberto, adentrou e se fez servo? Que sentimento é esse que, entendendo a fragilidade do medo, muito amou e aceitou e, do coração, o medo exilou? Medos, medos, medos... Vidas despejadas nos ralos do tempo E nós, indiferentes, não vemos que os medos são sombras da rejeição, facilmente, dissipadas pelo Amor e a Aceitação"
"Sombras da rejeição... Medo... Que medo é esse que, encontrando o coração aberto, adentrou e ali construiu o seu reinado? Que medo é esse que, temendo o exílio, formou logo o seu exército? Medos, medos, medos... Nada mais que projeções do medo amedrontado: medo da rejeição Amor... Que sentimento é esse que, encontrando o coração aberto, adentrou e se fez servo? Que sentimento é esse que, entendendo a fragilidade do medo, muito amou e aceitou e, do coração, o medo exilou? Medos, medos, medos... Vidas despejadas nos ralos do tempo E nós, indiferentes, não vemos que os medos são sombras da rejeição, facilmente, dissipadas pelo Amor e a Aceitação"
"Sombras da rejeição... Medo... Que medo é esse que, encontrando o coração aberto, adentrou e ali construiu o seu reinado? Que medo é esse que, temendo o exílio, formou logo o seu exército? Medos, medos, medos... Nada mais que projeções do medo amedrontado: medo da rejeição Amor... Que sentimento é esse que, encontrando o coração aberto, adentrou e se fez servo? Que sentimento é esse que, entendendo a fragilidade do medo, muito amou e aceitou e, do coração, o medo exilou? Medos, medos, medos... Vidas despejadas nos ralos do tempo E nós, indiferentes, não vemos que os medos são sombras da rejeição, facilmente, dissipadas pelo Amor e a Aceitação"
"Ao descobrirmos a força que temos - enquanto povo movido por propósitos pautados na dura realidade descortinada diante dos olhos - não mais aceitaremos as migalhas bolorentas que nos são atiradas por covardes tiranos (agem assim para intimidar, pois em essência são frágeis e inseguros tanto quanto julgam ser o povo, sob seu jugo), a fim de se apossarem do pão da ora... Acredito em mudanças estruturadas nas decisões tomadas coletivamente e levadas adiante por um, dois, três corajosos emersos da multidão... Esta os seguirá, apesar dos percalços presentes; dos enfrentamentos possíveis à medida que se conquista espaço e se firma o sentido de pertencimento e justiça social."
"Ao descobrirmos a força que temos - enquanto povo movido por propósitos pautados na dura realidade descortinada diante dos olhos - não mais aceitaremos as migalhas bolorentas que nos são atiradas por covardes tiranos (agem assim para intimidar, pois em essência são frágeis e inseguros tanto quanto julgam ser o povo, sob seu jugo), a fim de se apossarem do pão da ora... Acredito em mudanças estruturadas nas decisões tomadas coletivamente e levadas adiante por um, dois, três corajosos emersos da multidão... Esta os seguirá, apesar dos percalços presentes; dos enfrentamentos possíveis à medida que se conquista espaço e se firma o sentido de pertencimento e justiça social."
"Ao descobrirmos a força que temos - enquanto povo movido por propósitos pautados na dura realidade descortinada diante dos olhos - não mais aceitaremos as migalhas bolorentas que nos são atiradas por covardes tiranos (agem assim para intimidar, pois em essência são frágeis e inseguros tanto quanto julgam ser o povo, sob seu jugo), a fim de se apossarem do pão da ora... Acredito em mudanças estruturadas nas decisões tomadas coletivamente e levadas adiante por um, dois, três corajosos emersos da multidão... Esta os seguirá, apesar dos percalços presentes; dos enfrentamentos possíveis à medida que se conquista espaço e se firma o sentido de pertencimento e justiça social."
"Na dor, no amor, na vida... Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas superar barreiras colocar bandeiras nos áridos solos da dor Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas criar novas fontes abrir horizontes nas fronteiras do amor Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas construir teu espaço descobrir teu compasso no doce embalo da vida Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas a mim retornar e, então, me ensinar o que aprendeste na dor, no amor, na vida..."
"Na dor, no amor, na vida... Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas superar barreiras colocar bandeiras nos áridos solos da dor Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas criar novas fontes abrir horizontes nas fronteiras do amor Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas construir teu espaço descobrir teu compasso no doce embalo da vida Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas a mim retornar e, então, me ensinar o que aprendeste na dor, no amor, na vida..."
"Na dor, no amor, na vida... Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas superar barreiras colocar bandeiras nos áridos solos da dor Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas criar novas fontes abrir horizontes nas fronteiras do amor Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas construir teu espaço descobrir teu compasso no doce embalo da vida Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas a mim retornar e, então, me ensinar o que aprendeste na dor, no amor, na vida..."
"Meu presente é azul... O trivial não me fascina e nem me prende... ao contrário, abriga oportunidades ímpares para que eu possa exercitar o desapego (apego, para mim, significa prisão; desapego, liberdade). Num flash, reporto-me à águia - expressão viva da liberdade - modelo que baliza meus passos por caminhos abertos, sinuosos ou escarpados da vida... por caminhos projetados no seio dos sonhos, aguardando sinal... As águias são livres e livres imergem no azul da serenidade, da paz de espírito; livres absorvem o laranja da alegria de viver, de viver o essencial... Essencial que suplanta o trivial, revestindo-se da mais pura simplicidade por motivo óbvio: revelar-se apenas aos que têm olhos para ver o "invisível" e coração para senti-lo. Meu presente é azul, laranja... de mil cores mais!"