"Não digo... Eu te amo! Em ti, eu sou Em mim, tu és Somos nos elos imateriais Que nos uniram ontem, Nos fortalecem hoje Nos guiarão amanhã Não digo... Eu te amo! Pois é pouco, muito pouco... Diante do amor, Amor incondicional que sinto por ti"
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Maria Aparecida giacomini Dóro
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Frases - Página 18
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"Não digo... Eu te amo! Em ti, eu sou Em mim, tu és Somos nos elos imateriais Que nos uniram ontem, Nos fortalecem hoje Nos guiarão amanhã Não digo... Eu te amo! Pois é pouco, muito pouco... Diante do amor, Amor incondicional que sinto por ti"
"Dores abissais calçadas na síndrome da rejeição, validadas pela indiferença do outro nos atiram ao chão... Além do chão? Nada! Então, o chão é a "morte"... Ou a base de onde podemos extrair o impulso necessário para levantarmos, seguindo em frente."
"Piso o solo sagrado do homem e resgato elos perdidos de minha história; revejo capítulos escritos à luz de uma frágil lamparina; completo lacunas no espaço e no tempo; vou ao encontro de ti e permito-me ser encontrada... Assim, descubro-te em mim!"
"Dores abissais calçadas na síndrome da rejeição, validadas pela indiferença do outro nos atiram ao chão... Além do chão? Nada! Então, o chão é a "morte"... Ou a base de onde podemos extrair o impulso necessário para levantarmos, seguindo em frente."
"Piso o solo sagrado do homem e resgato elos perdidos de minha história; revejo capítulos escritos à luz de uma frágil lamparina; completo lacunas no espaço e no tempo; vou ao encontro de ti e permito-me ser encontrada... Assim, descubro-te em mim!"
"Piso o solo sagrado do homem e resgato elos perdidos de minha história; revejo capítulos escritos à luz de uma frágil lamparina; completo lacunas no espaço e no tempo; vou ao encontro de ti e permito-me ser encontrada... Assim, descubro-te em mim!"
"Dores abissais calçadas na síndrome da rejeição, validadas pela indiferença do outro nos atiram ao chão... Além do chão? Nada! Então, o chão é a "morte"... Ou a base de onde podemos extrair o impulso necessário para levantarmos, seguindo em frente."
"Fim de tarde... Campos dourados! Prelúdio da colheita do que foi semeado em horas orvalhadas... seladas pelos primeiros raios luminosos presentes nas dores e amores do homem, permitindo-lhe sonhar, projetar e realizar em prol de si... da humanidade!"
"O amor desapegado intensifica a percepção que temos de nós mesmos como também do mundo ao nosso redor, revelando-nos os recessos mais profundos do Ser em comunhão com o Todo. Daí a confiança, a liberdade e o equilíbrio presentes nesta forma de amar."
"Fim de tarde... Campos dourados! Prelúdio da colheita do que foi semeado em horas orvalhadas... seladas pelos primeiros raios luminosos presentes nas dores e amores do homem, permitindo-lhe sonhar, projetar e realizar em prol de si... da humanidade!"
"O amor desapegado intensifica a percepção que temos de nós mesmos como também do mundo ao nosso redor, revelando-nos os recessos mais profundos do Ser em comunhão com o Todo. Daí a confiança, a liberdade e o equilíbrio presentes nesta forma de amar."