"O meu “problema” talvez seja a compulsão. Escrevo, tenho de escrever, é o que me dá vida. Talvez eu não seja um grande escritor. Mas sou um escritor...."
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Ignácio de Loyola Brandão
Ignácio de Loyola Brandão (Araraquara, 31/07/1936-) é um renomado escritor, jornalista e colunista. Sua versatilidade como autor lhe permitiu escrever biografias, contos, crônicas, romances, distopias, peças, livros infantojuvenis, entre outros. Suas obras mais famosas são os romances "Zero" (1975) e "Não verás país nenhum" (1981). Já ganhou diversos prêmios por seus livros e pelo conjunto da obra, como o Jabuti e o Machado de Assis. Em março de 2019 foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras.
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""A Descoberta da Escrita" Em Ignácio de Loyola Brandão, o leitor-autor vai se deparar com um conto de suspense que não é do outro mundo. É deste mesm..."
"Minhas narrativas são desestabilizantes? Ora, a vida é desestabilizante, não vê e não reflete quem não quer. Os momentos históricos brasileiros têm sido contin..."
"Poder largar tudo a qualquer hora e fugir. Desde moço tenho esta necessidade. Estar pronto para partir. Não querer nunca o mesmo lugar, renovar-se incessantemen..."
"O homem não é suicida. Se ele realmente perceber que está sendo ameaçado de morte, vai mudar. Por enquanto, a questão do meio ambiente parece coisa de ecologist..."
"Certas situações confortáveis são desconfortáveis, e sendo o mundo literário de momentos de inclusão e exclusão, o jeito é ficar alerta. E isso significa o quê?..."
"Os livros seriam uma (tênue) possibilidade de não morrermos. Mas podemos desaparecer e voltar, sofrermos um revival. (...) Este ofício é complicado, mas temos d..."
"Sempre me pergunto: será que é preciso inovar sempre, sempre? Não se pode escrever um livro, pintar um quadro, fazer um filme? Simplesmente. Muitas vezes estamo..."
"Fomos nos habituando, de tal modo que passamos a pactuar com a tragédia, aceitando-a como cotidiano. Me espanta essa capacidade de acomodação da mentalidade, su..."
"Os livros mudam o destino das pessoas. Substâncias perigosas, servem para acalmar e atiçar; abrir novas possibilidades e nos fechar em universos circunscritos; ..."
"Escrevo para não enlouquecer. Para me divertir também, e para ter prazer. Tenho um prazer imenso em escrever. Escrevo para me salvar. Mas me salvar do quê? Será..."
"A idade traz uma certeza: nosso tempo vai diminuindo. Então, temos de correr? Eu, ao contrário, hoje não corro mais, descobri a calma. Sei que não tenho muito t..."