"O sol em algum momento vai embora.Sofrer pela sua ausência,enquanto ele faz companhia,é um desperdício.Iludir-se,pensando que ele resolveu ficar para sempre,é ingenuidade."
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Gabriel Chalita
Gabriel Benedito Isaac Chalita (1969) é um advogado, professor e político brasileiro.
161 pensamentos
Frases - Página 7
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"E, depois da noite, vem o dia. E, depois da chuva, vem o sol. Por que partir na noite ou na chuva? Por que não se aliar ao tempo e esperar que ele diga o momento da partida?"
"A fidelidade se nutre do alimento do cuidado, da permanência, da reinvenção. Os amigos ou amantes têm de reinventar os sentimentos, para que eles não se percam nas esquinas da mesmice."
"Não existe filho de Deus de segunda categoria; você é filho de Deus de primeira categoria! Você não é pequeno, nem incapaz, mesmo que pessoas tenham dito palavras de desamor para você."
"ALFABETIZAR É POSSÍVEL No conto "Felicidade Clandestina", Clarice Lispector nos apresenta uma protagonista tímida e sonhadora. Uma menina cujo sofrimento é Publicado no Jornal da Tarde"
"Não há amor sem conquista. Os amantes precisam ao menos se deixar conquistar. As artimanhas da sedução tê um encanto próprio de quem tenta tocar no ponto frágil e depois fortalecer juntos."
"A amizade verdadeira dura para sempre. Não tem as tempestades da paixão, e nem a calmaria exagerada do descompromisso. É a bonita sensação do estar perto e, de repente, deixar o silêncio chegar."
"Faça amor com vontade. Celebre almas e corpos. Dê prazer.Prepare o momento mágico com mágicas palavras e toques certeiros. Não tenha pressa. Não se trata de uma obrigação. É arte. É vida. É amor."
"Já fiz coisas que não quis por não saber dizer não. Já fiz coisas que quis e das quais me arrependo. Já deixei de fazer o que devia por medo de magoar e já fiz o que não devia apenas para agradar."
"A Morte dos Girassóis A morte dos girassóis se dá efetivamente quando eles se convencem de que o sol nunca mais voltará para o seu girar. Padecem de ignorância os girassóis, porque o sol sempre volta."
"Chorei a ausência das reações humanas daquele corpo sem vida. Chorei a orfandade incômoda, o adeus forçado, a separação. Choro hoje a impossibilidade dos afetos. É abstrata sua presença. É memória e esperança. Apenas isso."
"Fomos plantados em solos fertilizados com sofrimentos e esperança. Sua poesia misturada a aluma tristeza tornam os seus dizeres mais profundos. Seu jeito de falar, sua forma de estar presente, sua capacidade de ouvir a dor, tudo isso foi fazendo com que nossa travessia ganhasse sentidos novos."