"Mergulha em si mesmo e descobre, nas profundezas de sua intimidade, a tão sutil verdade que em todas as noites no oculto enterrava: eram as tuas maiores virtudes e as nossas melhores oportunidades."
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Francis Cirino
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Frases - Página 14
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"Evidenciamos uma pessoa prospera quando encontramos a sua volta pessoas que participam (gozam) dos seus dons e frutos. Afinal a verdadeira prosperidade não falta, mas sobeja. Sempre transborda e nunca míngua."
"O positivismo prega um tipo de fé que é resultante de nossa força de vontade. Relacionada à magnitude do conhecimento humano, e ao poder ilimitado de uma mente motivada. Noutras palavras, é a falsa doutrina da fé em si mesmo."
"Percebo ali uma inconformidade com as coisas, um sentimento mal tratado, um amor recolhido..., Eu entendo que os românticos precisem podar todas as rosas e entregá-las as suas amadas. Mas de alguma forma eu sei que há uma rosa morta no lugar errado."
"Vê essa linda paisagem? De bem perto não passam de árvores tortas... O verde é cinza, a tristeza é grosseiramente retorcida. Mas se por um instante você pudesse se aproximar mais um pouquinho certamente entenderia todo o fabuloso mistério oculto naquilo que chamo de belo."
"Negros promovendo vingança contra os brancos, pobres contra os ricos, mulheres contra os homens (classes, credos, culturas, sexos)... E desde quando reproduzir 'idiotices históricas' resolverá nossos dilemas profundos? Faça o que quiser, mas tente ser melhor que os seus opressores."
"O provável não é aquilo que suspeitamos, ou o que nos parece mais evidente em cada circunstância. O provável é bem mais do que aceitamos em nossa mente ou admitimos em nossos corações receosos. O provável é que a verdade sempre vença o homem e que a vontade de Deus manifeste a Sua eterna (e invisível) força, efetuando na terra e nos céus aquilo que, até então, nos parecia inconcebível."
"É melhor não esperar {educação, amizade, amor, respeito, emprego, carinho, afeto, presente, sorriso, disposição, cumplicidade, honestidade, beijo, justiça, palavra, fidelidade, compromisso, sangue, abraço, segurança, dinheiro, silêncio, compreensão, favor, disciplina, cuidado, atenção, juízo, reciprocidade, bondade, desculpa, conselho, resultado, preocupação, confiança...} nada de ninguém. Cada um só pode dar aquilo que tem."
"Gente que tem dificuldade em admitir a humanidade dos erros, como se devessem alguma linearidade a alguém, como se todas as regras (convenções sociais) fossem mais sublimes que o SER, como se não comêssemos e expelíssemos, como se não fossemos humanos... Críticas sobre gêneros musicais, sobre posicionamentos políticos, piadas, gestos, usos e costumes... Tem sempre um infeliz em cima (acima) de você para te dizer o que deveria ouvir, o que fumar, o que beber, o que deveria dizer, que "caza" se escreve com "s", que amor se es escreve com "d". Nem cogitam a humanidade das coisas... E nem quero fazer apologia dos erros, mas do humano direito de errar, de não querer andar do mesmo jeito, de poder gostar de coca-cola (eu prefiro cerveja) e ao mesmo tempo se simpatizar com Marx... de ouvir samba e curtir sepultura, ou funk, ou jazz ou soul. Eu também critico (agora por exemplo) mas é importante deixar um limite, compreender os limites das pessoas, principalmente o das escolhas individuais. Cada um deve ser aceito e respeitado naquilo que escolhe pra si! Da subjetividade das idéias às atividades dos sexos: Errar e acertar são coisas de humanos."
"Ninguém jamais foi a um casamento, ninguém jamais esteve lá senão o próprio casal. E eu não falo da cerimônia, daquele evento efêmero onde as pessoas se beijam e se abraçam. Onde todos os convidados se acotovelam, cochicham e resmungam alguma coisa. Não é dessa festa tradicional (em que a noiva se fantasia de fada virgem e o noivo se apresenta mais desengonçado que um pinguim de geladeira) que falo... Afinal, isso não é casamento, muito diferente disso, desse glamour florido, casamento é tudo o que vem logo depois. Sem querer enrolar muito quem se deu ao trabalho de ler até aqui, penso que ninguém – nem mesmo os padrinhos – esteve por lá quando as luzes se apagaram, quer por motivos ‘sacanas’ ou pelo simples fato do casal não ter grana para pagar a conta de luz. Ninguém jamais conseguiu contar as lágrimas de um choro abafado no travesseiro, ninguém jamais viu a rotina atravessar os dias ou a dúvida varar a madrugada. Não havia ninguém ouvindo as batidas do coração da mulher quando se sentia segura, e nem para se lembrar do sorriso bobo do homem quando ele se sentia abraçado sem que fosse tocado. Eu poderia tentar escrever várias laudas a respeito daquilo que ninguém viu, ouviu e nem pode imaginar... Mas eu também nunca fui a um casamento de verdade, ninguém jamais esteve lá."