"Esta vida humana, tão breve para as mais frívolas experiências, é para as amizades uma prova difícil e demorada."
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Eugène Delacroix
Ferdinand Victor Eugène Delacroix (1798-1863) foi um pintor francês, representante do romantismo. Pintou o famoso quadro "A Liberdade Guiando o Povo" (1830), que retrata a Revolução Francesa.
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"Que medo, que hesitação sentimos em despertar esse leão adormecido, cujos rugidos fazem estremecer todo o nosso ser!"
"Assim, «vou-me» distrair quer dizer: vou tirar do meu cérebro a ideia do mal presente, vou esquecer, se puder, a minha dor."
"O espírito fortifica-se no convívio com os espíritos rectos; sucede o mesmo com a alma. Endurece-se no convívio com pessoas duras e frias."
"Há duas coisas que a experiência deve ensinar: a primeira é que é preciso corrigir muita coisa; a segunda é que não se deve corrigir demais."
"Há duas coisas que a experiência deve ensinar: a primeira é que se torna indispensável corrigir muito; a segunda é que se não deve corrigir de mais."
"Como me sinto feliz por não ter de ser feliz como tanto o desejava no passado! De que selvática tirania afinal não me acabou por libertar o enfraquecimento do corpo?!"
"O Progresso do Homem Feliz O homem feliz é aquele que conquistou a felicidade ou o momento da felicidade que sente presentemente. O tão afamado progresso tende a suprimir o esforço que medeia entre o desejo e a sua realização - e acaba por tornar o homem, na verdade, ainda mais infeliz."
"«Pergunta-me onde, neste mundo, se pode encontrar a felicidade?» Depois de numerosas experiências, convenci-me que ela reside apenas na satisfação em relação a nós próprios. As paixões não nos conseguem comunicar esse contentamento; desejamos sempre o impossível - o que obtemos nunca nos satisfaz."
"O que faz de um homem um homem de génio - ou melhor o que eles fazem - não são as ideias novas mas essa ideia, que nunca os larga, que o que já foi dito não o foi nunca suficientemente. Tu que sabes que o novo existe sempre, mostra-o aos outros - no que eles nunca souberam ver. E não faças da língua um empecilho, porque se cuidares da tua alma ela arranjará forma de se dar a entender. Essa febre que considera a força do engenho talvez não passe, afinal, da necessidade de imitar ?! (...) O que tortura a minha alma é a sua solidão."
"(...) O bem supremo seria, então, a tranquilidade. Mas se assim é, porque não colocamos desde logo a tranquilidade acima de tudo? Se o homem está destinado a descobrir um dia que a calma é mais importante do que tudo, porque não adopta um tipo de vida que lhe comunique essa calma antecipadamente - uma calma de que não estejam excluídos alguns doces prazeres, bem distintos das perturbações horríveis causadas pelas paixões?! Paixões em relação às quais temos de nos manter vigilantes, de forma a defendermo-nos delas, quando elas se tornam assim ameaçadoras!"
"(...) Poderá uma pessoa afirmar ter sido feliz num determinado momento da sua vida, que lhe parece encantador retrospectivamente? O próprio facto de o recordar ao dar-se conta da felicidade que então deve ter sentido deve satisfazê-lo. Mas ter-se-ia sentido efectivamente feliz nesse instante de pretensa felicidade? Pode-se compara essa pessoa com um indivíduo que possuísse uma parcela de terra em que estivesse escondido um tesouro, do qual ele, contudo, não teria conhecimento. Poder-se-à considerar «rico» esse homem? Do mesmo modo não considero feliz aquele que o é sem se aperceber disso, ou sem saber a que ponto monta a sua felicidade."