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E. E. Cummings

E. E. Cummings

Edward Estlin Cummings (1894 - 1962), conhecido como E. E. Cummings, foi um poeta, pintor, escritor americano.

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Frases - Página 2

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"Primeiro de Todos os Meus Sonhos o primeiro de todos os meus sonhos era sobre um amante e o seu único amor, caminhando devagar(pensamento no pensamento) por alguma verde misteriosa terra até o meu segundo sonho começar— o céu é agreste de folhas;que dançam e dançando arrebatam(e arrebatando rodopiam sobre um rapaz e uma rapariga que se assustam) mas essa mera fúria cedo se tornou silêncio:em mais vasto sempre quem dois pequeninos seres dormem(bonecas lado a lado) imóveis sob a mágica para sempre caindo neve. E então este sonhador chorou:e então ela rapidamente sonhou um sonho de primavera —onde tu e eu estamos a florescer"
"somewhere i have never travelled,gladly beyond any experience,your eyes have their silence: in your most frail gesture are things which enclose me, or which i cannot touch because they are too near your slightest look easily will unclose me though i have closed myself as fingers, you open always petal by petal myself as Spring opens (touching skilfully,mysteriously)her first rose or if your wish be to close me, i and my life will shut very beautifully ,suddenly, as when the heart of this flower imagines the snow carefully everywhere descending; nothing which we are to perceive in this world equals the power of your intense fragility:whose texture compels me with the color of its countries, rendering death and forever with each breathing (i do not know what it is about you that closes and opens;only something in me understands the voice of your eyes is deeper than all roses) nobody,not even the rain,has such small hands"
"nalgum lugar em que eu nunca estive, alegremente além de qualquer experiência, teus olhos têm o seu silêncio: no teu gesto mais frágil há coisas que me encerram, ou que eu não ouso tocar porque estão demasiado perto teu mais ligeiro olhar facilmente me descerra embora eu tenha me fechado como dedos, nalgum lugar me abres sempre pétala por pétala como a Primavera abre (tocando sutilmente, misteriosamente) a sua primeira rosa ou se quiseres me ver fechado, eu e minha vida nos fecharemos belamente, de repente, assim como o coração desta flor imagina a neve cuidadosamente descendo em toda a parte; nada que eu possa perceber neste universo iguala o poder de tua imensa fragilidade: cuja textura compele-me com a cor de seus continentes, restituindo a morte e o sempre cada vez que respira (não sei dizer o que há em ti que fecha e abre; só uma parte de mim compreende que a voz dos teus olhos é mais profunda que todas as rosas) ninguém, nem mesmo a chuva, tem mãos tão pequenas!"