Introdução
Donald John Trump nasceu em 14 de junho de 1946, no Queens, Nova York. Empresário imobiliário de sucesso, autor de best-sellers e figura midiática, ele ascendeu à política como o 45º presidente dos Estados Unidos (2017-2021) após vitória surpreendente em 2016 contra Hillary Clinton. Em 2024, foi eleito novamente como o 47º presidente, derrotando Kamala Harris. Sua trajetória reflete o "sonho americano": de herdeiro de construtor a bilionário controverso e líder polarizador. Trump domina a narrativa pública com retórica direta, apelando a bases operárias e conservadoras. De acordo com fontes consolidadas, sua presidência incluiu reformas fiscais, nomeações judiciais conservadoras e respostas à pandemia de COVID-19. Até fevereiro de 2026, ele retorna à Casa Branca em janeiro de 2025, consolidando o movimento "Make America Great Again" (MAGA). Sua relevância persiste na divisão partidária americana, com 74 milhões de votos em 2020 e mais em 2024. (178 palavras)
Origens e Formação
Trump cresceu em uma família de classe média alta no Queens. Seu pai, Fred Trump, era um construtor imobiliário próspero, focado em moradias acessíveis para veteranos da Segunda Guerra. Fred construiu mais de 27 mil apartamentos no Brooklyn e Queens, amealhando fortuna estimada em US$ 200-300 milhões à época da morte em 1999. A mãe, Mary Anne MacLeod Trump, imigrante escocesa, gerenciava o lar.
Donald, o quarto de cinco filhos, frequentou a Kew-Forest School até os 13 anos. Enfrentou problemas disciplinares e foi enviado à New York Military Academy, onde se formou em 1964 como capitão. Lá, aprendeu liderança e disciplina militar. Ingressou na Fordham University por dois anos antes de transferir-se para a Wharton School da University of Pennsylvania, graduando-se em Economia em 1968.
Após a formatura, juntou-se à empresa familiar, Trump Organization, supervisionando projetos no Brooklyn e Queens. Em 1971, assumiu o comando aos 25 anos, relançando-a como desenvolvedora de luxo em Manhattan. Influências iniciais incluíam o pai e mentores como o advogado Roy Cohn, que o aconselhou em táticas agressivas de negócios e litígios. Não há registros de serviço militar para Trump, que recebeu adiamentos por motivos acadêmicos e médicos durante a Guerra do Vietnã. (212 palavras)
Trajetória e Principais Contribuições
A década de 1970 marcou a expansão para Manhattan. Trump reformou o Commodore Hotel no Grand Hyatt (1980), obtendo isenções fiscais de US$ 400 milhões da cidade. Comprou o Plaza Hotel em 1988 por US$ 407 milhões e construiu a Trump Tower em 1983, ícone da Quinta Avenida com apartamentos de luxo e seu triplex dourado.
Nos anos 1980-1990, aventurou-se em cassinos de Atlantic City: Trump Plaza (1984), Trump Castle (1985) e Trump Taj Mahal (1990, o maior cassino do mundo na época, custando US$ 1 bilhão). Enfrentou seis falências corporativas entre 1991 e 2009 devido a dívidas, mas reestruturou sem perda pessoal significativa. Diversificou em golfe, aviação (Trump Shuttle, 1989-1992) e marcas licenciadas.
Em 1987, publicou The Art of the Deal, ghostwritten por Tony Schwartz, que vendeu milhões e o posicionou como guru de negócios. Sequências como Surviving at the Top (1990) e Think Big (2007) reforçaram sua imagem.
A virada midiática veio com The Apprentice (NBC, 2004-2015), onde frases como "You're fired!" o tornaram celebridade. O programa gerou US$ 427 milhões em receita.
Na política, anunciou candidatura presidencial republicana em 16 de junho de 2015, na Trump Tower. Campanha de 2016 prometeu muros na fronteira, fim de acordos comerciais ruins e "drenar o pântano" em Washington. Venceu com 304 votos eleitorais contra 227 de Clinton, apesar de perder o voto popular.
Como 45º presidente (2017-2021), cortou impostos corporativos de 35% para 21% (Tax Cuts and Jobs Act, 2017). Nomeou três juízes da Suprema Corte (Gorsuch, Kavanaugh, Barrett), pavimentando revogação de Roe v. Wade (2022). Implementou "Travel Ban" contra países muçulmanos, construiu 450 milhas de muro fronteiriço e negociou Acordos de Abraham no Oriente Médio. Resposta à COVID-19 incluiu Operation Warp Speed, acelerando vacinas. Economia pré-pandemia atingiu desemprego recorde de 3,5%.
Perdeu reeleição em 2020 para Joe Biden (306-232 eleitorais), alegando fraude não comprovada judicialmente. Em 2024, venceu com 312 eleitorais contra 226 de Harris, focando inflação, imigração e "retorno à grandeza". Contribuições incluem influência no populismo global e realinhamento republicano para trabalhadores brancos. (378 palavras)
Vida Pessoal e Conflitos
Trump casou-se três vezes. Primeiro, com Ivana Zelníčková (1977-1992), tcheca modelo; tiveram Donald Jr. (1977), Ivanka (1981), Eric (1984). Divórcio custoso após affair com Marla Maples, com quem casou em 1993; filha Tiffany (1993). Divórcio em 1999. Terceiro casamento com Melania Knauss (2005), ex-modelo eslovena; filho Barron (2006).
Filhos executivos na Trump Organization: Don Jr., Ivanka e Eric. Netanyahu e Putin citados como influências, mas sem laços comprovados além de diplomacia.
Controvérsias abundam. Acusado de discriminação racial em aluguéis nos anos 1970 (processo DOJ, resolvido sem admissão). Falências afetaram credores. Access Hollywood tape (2005) revelou comentários vulgares sobre mulheres. Dois impeachments: primeiro (2019) por pressão à Ucrânia; segundo (2021) por invasão ao Capitólio em 6 de janeiro, após discurso contestando eleições. Absolvido ambas as vezes pelo Senado.
Processos civis incluem E. Jean Carroll (veredicto de US$ 88 milhões por difamação e assédio sexual, 2023-2024). Condenado em 2024 por 34 crimes de falsificação de registros em caso hush money com Stormy Daniels. Apelações pendentes. Até 2026, domina manchetes com litígios e retórica combativa. Saúde: golfista ativo, mas peso e dieta criticados. (248 palavras)
Legado e Relevância Atual (até 2026)
Trump redefiniu o Partido Republicano, priorizando nacionalismo econômico e anti-globalismo. MAGA inspirou aliados como Bolsonaro e Milei. Nomeações judiciais alteraram equilíbrio da Suprema Corte por décadas.
Economicamente, crescimento pré-COVID contrastou com dívida pública crescente. Imigração: reduziu entradas legais e ilegais temporariamente. Política externa evitou novas guerras, mas tensionou com China (tarifas) e aliados NATO.
Pós-2021, enfrentou banimento de redes sociais (Twitter, Facebook), revertido em 2023-2024. Truth Social, sua plataforma, atingiu milhões de usuários. Em 2024, vitória eleitoral reflete rejeição a Biden-Harris por inflação (pico 9,1% em 2022) e crise fronteiriça (10 milhões de entradas ilegais estimadas).
Até fevereiro de 2026, como presidente eleito, planeja deportações em massa, tarifas e "Dia da Liberdade" em 20 de janeiro de 2025. Polarização persiste: 47% aprovação em média no primeiro mandato, mas base leal acima de 90%. Influencia primárias republicanas; rivais como DeSantis recuaram. Críticos veem autoritarismo; apoiadores, defesa da América tradicional. Seu estilo – tuítes maiúsculos, apelidos como "Crooked Hillary" – molda comunicação política moderna. (231 palavras)
