"Podemos pensar várias coisas e acreditar em uma maneira correta de se viver, mas nem sempre vivemos como pensamos, ou como gostaríamos. Algumas atitudes que temos nem sempre são as que julgamos corretas, mas naquela hora "parece" ser a melhor "coisa" a se fazer. O fato de irmos contra nossa própria ideia, de certo ou errado, nos transforma em hipócritas? Antes eu pensava que sim, agora já não tenho certeza... não dá para se julgar o todo pelas partes, e muitas vezes, as pequenas partes explicam e dão o sentido ao todo. Na teoria é sempre mais fácil, o amor é lindo, a vida é bela, nunca desistir, nunca é tarde, nada é por acaso, a tal da esperança que nunca morre... Mas a vida tá ae, dizendo que o amor vai fazer você sofrer, que a vida vai te pregar peças, que há momentos em que desistir é preciso, que não há tempo que volte, que acasos são meros acasos, e esperança era o apelido da Dercy Gonçalves. Será que mesmo assim somos os sonhos que temos ou a realidade que vivemos? Matamos e morremos, choramos e fazemos chorar, assistimos e fechamos os olhos todo o dia! A covardia, o "melhor assim", o "se for para ser será", no fundo sabemos o que fazemos, no fundo sabemos quem somos, no fundo estamos perdidos entre o mundo que pensamos e o mundo em que vivemos. Será que existe alguém que é o que realmente gostaria de ser ou que julga ser? Somos o que somos porque queremos ser, ou porque temos que o ser? Será que a pessoa que matou alguém é realmente pior que aquele que adotou uma criança abandonada? Aparentemente parece. Mas se você souber que quem matou o fez por defesa própria e quem adotou a criança vai tranformá-la em um "trabalhador escravo", e agora? Da mesma forma, do que adianta alguém ter brilhantes pensamentos se não saber vivê-los em seu dia a dia. Do que adianta alguém ter "lindas atitudes" baseada apenas em interesses? No amor e na guerra, vale tudo? Vale ser quem, vale conquistar o que? Não importa quem realmente somos se não soubermos fazer entender a quem se quer entender, nos tornamos a interpretação de quem julga saber, nos transformamos em meros personagens de histórias "baseada em fatos reais", seja através de atitudes, seja através de pensamentos, seja quem nem sabemos ser."
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Dona geo
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Frases - Página 43
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"Podemos pensar várias coisas e acreditar em uma maneira correta de se viver, mas nem sempre vivemos como pensamos, ou como gostaríamos. Algumas atitudes que temos nem sempre são as que julgamos corretas, mas naquela hora "parece" ser a melhor "coisa" a se fazer. O fato de irmos contra nossa própria ideia, de certo ou errado, nos transforma em hipócritas? Antes eu pensava que sim, agora já não tenho certeza... não dá para se julgar o todo pelas partes, e muitas vezes, as pequenas partes explicam e dão o sentido ao todo. Na teoria é sempre mais fácil, o amor é lindo, a vida é bela, nunca desistir, nunca é tarde, nada é por acaso, a tal da esperança que nunca morre... Mas a vida tá ae, dizendo que o amor vai fazer você sofrer, que a vida vai te pregar peças, que há momentos em que desistir é preciso, que não há tempo que volte, que acasos são meros acasos, e esperança era o apelido da Dercy Gonçalves. Será que mesmo assim somos os sonhos que temos ou a realidade que vivemos? Matamos e morremos, choramos e fazemos chorar, assistimos e fechamos os olhos todo o dia! A covardia, o "melhor assim", o "se for para ser será", no fundo sabemos o que fazemos, no fundo sabemos quem somos, no fundo estamos perdidos entre o mundo que pensamos e o mundo em que vivemos. Será que existe alguém que é o que realmente gostaria de ser ou que julga ser? Somos o que somos porque queremos ser, ou porque temos que o ser? Será que a pessoa que matou alguém é realmente pior que aquele que adotou uma criança abandonada? Aparentemente parece. Mas se você souber que quem matou o fez por defesa própria e quem adotou a criança vai tranformá-la em um "trabalhador escravo", e agora? Da mesma forma, do que adianta alguém ter brilhantes pensamentos se não saber vivê-los em seu dia a dia. Do que adianta alguém ter "lindas atitudes" baseada apenas em interesses? No amor e na guerra, vale tudo? Vale ser quem, vale conquistar o que? Não importa quem realmente somos se não soubermos fazer entender a quem se quer entender, nos tornamos a interpretação de quem julga saber, nos transformamos em meros personagens de histórias "baseada em fatos reais", seja através de atitudes, seja através de pensamentos, seja quem nem sabemos ser."
"[...] Naquela hora eu queria acreditar em tudo que eu dizia, quantas vezes já havia dito aquilo pra mim mesma, já havia me convencido, era o que era, e não havia o "mas", mesmo assim naquela hora tudo que eu dizia era apenas o que eu queria acreditar que era e não o que de fato é. Repetindo as antigas mentiras, cada palavra servia mais para mim que para o outro, a minha raiva era maior que eu imaginava, o que eu falava da boca pra fora em um impulso desesperado foi subitamente traido pelos meus olhos, que ao contrário dos meus ouvidos, não conseguiam se convencer do que eu dizia... traidores, eles deixaram transparecer a fraqueza que eu não poderia demonstrar exatamente naquela hora... Foi quando desviei o olhar, me trai, e então dei a oportunidade que esperava, assim a mistura de dor e ódio, medo e coragem tomou voz, escutei as palavras que eu pedi, sem precisar dizer, pra escutar, palavras que eu queria acreditar, que deveriam ser a verdade, que naquela hora foi a mentira mais sincera que eu escutei. Cada palavra fazia sentindo e convenceria qualquer outra pessoa, era o que eu deveria acreditar que era, era o que fiz por merecer escutar, o que tiraria de mim a culpa de meus atos, conclusões precipitadas, me aliviaria de todo peso que carrego em pensar ter sido injusta e egoísta, traidora da confiança que tive de alguém que eu puni por não saber lidar, que perdi por conta de um capricho, pelos meus medos, pela minha covardia, mas era mais uma verdade inventada o que eu escutava, porque no fundo eu sei, ele sabia que era o que eu esperava, que era o que eu queria, era a forma de me fazer acreditar, a única forma, olhando pra mim e sem hesitar... Aquele que consegue convencer, aquele que melhor que qualquer outra pessoa que eu conheça sabe com ninguém acreditar na própria mentira que conta, consegue transformar mentiras em verdades, fazer de suas palavras as minhas, que sabe muito bem não demonstrar, ignorar, fingir que não é atingido, tão cínico quando o quer, assim como eu, que me tira do sério por não fazer nada, o único que não consigo enganar, que me conhece melhor do que deveria, que eu conheço melhor do que muitos gostariam e ainda não sei quem é, ou o que quis dizer com tudo isso... no fundo eu tenho medo de saber. [...]"
"[...] Naquela hora eu queria acreditar em tudo que eu dizia, quantas vezes já havia dito aquilo pra mim mesma, já havia me convencido, era o que era, e não havia o "mas", mesmo assim naquela hora tudo que eu dizia era apenas o que eu queria acreditar que era e não o que de fato é. Repetindo as antigas mentiras, cada palavra servia mais para mim que para o outro, a minha raiva era maior que eu imaginava, o que eu falava da boca pra fora em um impulso desesperado foi subitamente traido pelos meus olhos, que ao contrário dos meus ouvidos, não conseguiam se convencer do que eu dizia... traidores, eles deixaram transparecer a fraqueza que eu não poderia demonstrar exatamente naquela hora... Foi quando desviei o olhar, me trai, e então dei a oportunidade que esperava, assim a mistura de dor e ódio, medo e coragem tomou voz, escutei as palavras que eu pedi, sem precisar dizer, pra escutar, palavras que eu queria acreditar, que deveriam ser a verdade, que naquela hora foi a mentira mais sincera que eu escutei. Cada palavra fazia sentindo e convenceria qualquer outra pessoa, era o que eu deveria acreditar que era, era o que fiz por merecer escutar, o que tiraria de mim a culpa de meus atos, conclusões precipitadas, me aliviaria de todo peso que carrego em pensar ter sido injusta e egoísta, traidora da confiança que tive de alguém que eu puni por não saber lidar, que perdi por conta de um capricho, pelos meus medos, pela minha covardia, mas era mais uma verdade inventada o que eu escutava, porque no fundo eu sei, ele sabia que era o que eu esperava, que era o que eu queria, era a forma de me fazer acreditar, a única forma, olhando pra mim e sem hesitar... Aquele que consegue convencer, aquele que melhor que qualquer outra pessoa que eu conheça sabe com ninguém acreditar na própria mentira que conta, consegue transformar mentiras em verdades, fazer de suas palavras as minhas, que sabe muito bem não demonstrar, ignorar, fingir que não é atingido, tão cínico quando o quer, assim como eu, que me tira do sério por não fazer nada, o único que não consigo enganar, que me conhece melhor do que deveria, que eu conheço melhor do que muitos gostariam e ainda não sei quem é, ou o que quis dizer com tudo isso... no fundo eu tenho medo de saber. [...]"
"Já diz o velho ditado “se conselho fosse bom, ninguém dava, vendia”, mas e a opinião? Muita gente deve achar que opinião é “oi” que você pode dizer pra qualquer pessoa que te sorri e olhe lá quando sorri. Opinião nem sempre é crítica, seja ela positiva ou negativa, pois a mesma para ser considerada crítica tem que ser elaborada por alguém que seja crítico, ou seja pelo menos entenda do assunto que se trata, tenha parâmetros de referência, argumentos em sua “opinião”. Se expressar é vital a todos, mas além da simples expressão é preciso ter conhecimento, a ignorância atua quando se expressa ou se afirma sobre algo que desconhece. Ai está a liberdade de inexpressão, não é que as pessoas não devam “opinar”. Mas devem saber o que estão falando e porquê estão falando. Não está errado alguém que nunca viu a luz do sol dizer que feliz é somente aquele que vive na escuridão, alguém que nunca escutou jaz dizer que saxofone é inútil alguém que não conheça arte dizer que um quadro de Mondriam seja simples formas regulares coloridas. Conclusões “instantâneas” sem conhecimento faz se parecer ser, e de fato é, sem que na verdade o seja. É muito simples conhecer apenas uma parte e tentar julgar um todo, nesse caso, acho que a lei da inexpressão deveria ser exercida, se não se sabe o suficiente para ter uma opinião, não a dê, mas se realmente achar que algo tem importância relevada para receber uma opinião, que vá atrás de um mínimo conhecimento para fazê-lo e não se tornar mais um ignorante a fim de deixar isso bem claro ao outros, a falta do que fazer ou simplesmente chamar a atenção de algo, “é preferível” buscar conhecimento, se informar ou até mesmo ao invés de uma opinião, faça uma pergunta. No dia a dia vejo casos muitos mais simples de pseudos críticos, que se importam em dar opiniões sem conhecimento, talvez por acharem a vida alheia algo mais interessante que a própria, talvez por não terem algo melhor para se importarem, talvez por querer entender ou não terem conhecimento sobre o que é “vida”. Fato é, que tudo que se opina tem importância, caso não, não teria chamado a atenção para um merecido tempo de avaliação a fim de se constatar um parecer. Qualquer ignorante pode dar uma opinião, mas não podemos ser ignorante para pensarmos que opinião qualquer seja importante. Seja ela negativa ou positiva."
"Já diz o velho ditado “se conselho fosse bom, ninguém dava, vendia”, mas e a opinião? Muita gente deve achar que opinião é “oi” que você pode dizer pra qualquer pessoa que te sorri e olhe lá quando sorri. Opinião nem sempre é crítica, seja ela positiva ou negativa, pois a mesma para ser considerada crítica tem que ser elaborada por alguém que seja crítico, ou seja pelo menos entenda do assunto que se trata, tenha parâmetros de referência, argumentos em sua “opinião”. Se expressar é vital a todos, mas além da simples expressão é preciso ter conhecimento, a ignorância atua quando se expressa ou se afirma sobre algo que desconhece. Ai está a liberdade de inexpressão, não é que as pessoas não devam “opinar”. Mas devem saber o que estão falando e porquê estão falando. Não está errado alguém que nunca viu a luz do sol dizer que feliz é somente aquele que vive na escuridão, alguém que nunca escutou jaz dizer que saxofone é inútil alguém que não conheça arte dizer que um quadro de Mondriam seja simples formas regulares coloridas. Conclusões “instantâneas” sem conhecimento faz se parecer ser, e de fato é, sem que na verdade o seja. É muito simples conhecer apenas uma parte e tentar julgar um todo, nesse caso, acho que a lei da inexpressão deveria ser exercida, se não se sabe o suficiente para ter uma opinião, não a dê, mas se realmente achar que algo tem importância relevada para receber uma opinião, que vá atrás de um mínimo conhecimento para fazê-lo e não se tornar mais um ignorante a fim de deixar isso bem claro ao outros, a falta do que fazer ou simplesmente chamar a atenção de algo, “é preferível” buscar conhecimento, se informar ou até mesmo ao invés de uma opinião, faça uma pergunta. No dia a dia vejo casos muitos mais simples de pseudos críticos, que se importam em dar opiniões sem conhecimento, talvez por acharem a vida alheia algo mais interessante que a própria, talvez por não terem algo melhor para se importarem, talvez por querer entender ou não terem conhecimento sobre o que é “vida”. Fato é, que tudo que se opina tem importância, caso não, não teria chamado a atenção para um merecido tempo de avaliação a fim de se constatar um parecer. Qualquer ignorante pode dar uma opinião, mas não podemos ser ignorante para pensarmos que opinião qualquer seja importante. Seja ela negativa ou positiva."
"É como se o amor fosse arte, um quadro pintado com emoção e sentimentos, onde o artista fosse o único que conseguisse entender seu real significado, onde outro qualquer pode julgar um rabisco sem nada compreender. Nem todos são preparados para entender a arte, como nem todos estão preparados para entender o que é o amor, por que não classificar o sentimento como uma cultura? Saber identificar amor pode ser uma questão de inteligência emocional, um coração inteligente, com olhos que conseguem sentir, enxergar com a sensibilidade da arte de amar, e apreciar, não apenas o que seja belo, que seja certo, ou o que seja, o quadro pode ser um simples quadro, o amor pode ser um simples sentimento, de uma visão de quem é simples demais para sentir o que é esse sentimento. Esse quadro sempre vai ser o mesmo quadro, hoje ele pode não representar nada a alguém, amanhã ele pode dizer tudo, assim como o amor, que hoje pode não ser sentido por alguém e mais além pode ser tudo, a diferença é que a beleza do quadro pode ser apreciado por muitos mas esse amor pode ser sentido por apenas uma única pessoa. Uma obra de arte é intocável, assim como um sentimento. O amor de um artista morre junto com ele, alguns tem tempo de apreciar essa obra por muito mais tempo, mas o amor que se foi com ele, isso não, um único alguém perdeu um grande amor, outros ganhar uma obra para apreciar. Assim como Pollok expressava sua arte sem tocá-la, alguém pode amar o que não toca, como Van Gogh foi por muitos considerado um louco, o amor não é necessariamente o sentimento mais racional que alguém possa ter, e assim como Monet via cores vivas onde muitos mal viam cores, o amor pode ser visto da forma com que os olhos se adaptam a enxergar, impressionante da mesma forma que alguém pode ver cores nos tons de cinza, como alguém pode enxergar alguém que não consegue ao menos se ver. Infelizmente as pessoas tem o péssimo costume de dar valor ao artista depois que ele não mais existe, assim como muitos que só reconhecem um grande amor depois que ele já se foi, assim como muitos artista tem o péssimo costume de esconder uma grande obra de arte por não acreditar na sua beleza, ou que esse seja o tempo certo em que vá ter o merecido valor, esconder o amor é uma cruel forma de preservar tal arte, privando sentimentos. Quantos ainda tem a oportunidade de se viver numa grandiosa obra de arte?"
"É como se o amor fosse arte, um quadro pintado com emoção e sentimentos, onde o artista fosse o único que conseguisse entender seu real significado, onde outro qualquer pode julgar um rabisco sem nada compreender. Nem todos são preparados para entender a arte, como nem todos estão preparados para entender o que é o amor, por que não classificar o sentimento como uma cultura? Saber identificar amor pode ser uma questão de inteligência emocional, um coração inteligente, com olhos que conseguem sentir, enxergar com a sensibilidade da arte de amar, e apreciar, não apenas o que seja belo, que seja certo, ou o que seja, o quadro pode ser um simples quadro, o amor pode ser um simples sentimento, de uma visão de quem é simples demais para sentir o que é esse sentimento. Esse quadro sempre vai ser o mesmo quadro, hoje ele pode não representar nada a alguém, amanhã ele pode dizer tudo, assim como o amor, que hoje pode não ser sentido por alguém e mais além pode ser tudo, a diferença é que a beleza do quadro pode ser apreciado por muitos mas esse amor pode ser sentido por apenas uma única pessoa. Uma obra de arte é intocável, assim como um sentimento. O amor de um artista morre junto com ele, alguns tem tempo de apreciar essa obra por muito mais tempo, mas o amor que se foi com ele, isso não, um único alguém perdeu um grande amor, outros ganhar uma obra para apreciar. Assim como Pollok expressava sua arte sem tocá-la, alguém pode amar o que não toca, como Van Gogh foi por muitos considerado um louco, o amor não é necessariamente o sentimento mais racional que alguém possa ter, e assim como Monet via cores vivas onde muitos mal viam cores, o amor pode ser visto da forma com que os olhos se adaptam a enxergar, impressionante da mesma forma que alguém pode ver cores nos tons de cinza, como alguém pode enxergar alguém que não consegue ao menos se ver. Infelizmente as pessoas tem o péssimo costume de dar valor ao artista depois que ele não mais existe, assim como muitos que só reconhecem um grande amor depois que ele já se foi, assim como muitos artista tem o péssimo costume de esconder uma grande obra de arte por não acreditar na sua beleza, ou que esse seja o tempo certo em que vá ter o merecido valor, esconder o amor é uma cruel forma de preservar tal arte, privando sentimentos. Quantos ainda tem a oportunidade de se viver numa grandiosa obra de arte?"
"Hoje eu sou feliz, como um dia você disse que eu seria, eu sou, eu amo alguém de verdade como você disse que eu amaria, e você acredita que em tudo aquilo que eu dizia. Esse amor que era seu, essa felicidade que era tua e que nunca te bastou, por quais motivos eu nunca vou entender que pra você o muito era pouco e a verdade era sempre questionável... Você disse que eu não precisava de você e eu dizia que precisava, e nisso você também estava certo. Eu não precisava de você, eu estava com você sem necessidade de ti, sabendo que sem você eu viveria, mas que a escolha de viver era contigo, que a felicidade era você, que o amor que existia me bastava, que não havia de ter medo do passado, que tudo que passou estava guardado e você era o meu presente, mas de nada adiantava, tudo era pouco. Se hoje você diz que o brilho do meu olhar mudou, é porque só agora você consegue enxergar o brilho que estava sempre em meu olhar ao te ver, mas que em muitas vezes você transformou em lágrimas por não acreditar nele, hoje você enxerga a sua cegueira. Se hoje você diz que eu sou diferente, é porque a maneira como você me vê mudou, hoje você presta atenção a detalhes que nunca te importaram, que sempre foram vistos como o mínimo necessário, sem valor, sem importância, que estavam sempre ali para você. Se hoje você diz que eu te esqueci, foi por mais uma vez pensar em você, por deixar partir quem não mais queria ficar, quem não mais conseguia fazer feliz, que mais não conseguia sorrir, quem me dizia que meu tudo de todo não bastava e sempre algo faltava, quem eu mais não completava, quem me fez acreditar que merecia alguém muito melhor, além do meu eu, mas esquecer alguém que amei, é impossível. Foi por amor que hoje você usa a palavra "desistir", eu desisti sim, mas de te ver infeliz... Se hoje eu estou distante de ti, estou diferente, não me abalo com o passado e trago o brilho apaixonado no olhar, por um outro alguém, lembre-se que em um momento eu te escolhi para ser tudo pra mim, eu te vivi, e agora, só agora você acredita em mim, pagando o preço que escolheu pagar para conseguir acreditar no que era verdadeiro, quando eu dizia que tudo que está no passado permanece lá com muito carinho, inesquecível, mas apenas guardado, que o meu presente é apenas viver o que e quem está presente, agora você entende, agora você sente... é o passado que nos restou."
"Hoje eu sou feliz, como um dia você disse que eu seria, eu sou, eu amo alguém de verdade como você disse que eu amaria, e você acredita que em tudo aquilo que eu dizia. Esse amor que era seu, essa felicidade que era tua e que nunca te bastou, por quais motivos eu nunca vou entender que pra você o muito era pouco e a verdade era sempre questionável... Você disse que eu não precisava de você e eu dizia que precisava, e nisso você também estava certo. Eu não precisava de você, eu estava com você sem necessidade de ti, sabendo que sem você eu viveria, mas que a escolha de viver era contigo, que a felicidade era você, que o amor que existia me bastava, que não havia de ter medo do passado, que tudo que passou estava guardado e você era o meu presente, mas de nada adiantava, tudo era pouco. Se hoje você diz que o brilho do meu olhar mudou, é porque só agora você consegue enxergar o brilho que estava sempre em meu olhar ao te ver, mas que em muitas vezes você transformou em lágrimas por não acreditar nele, hoje você enxerga a sua cegueira. Se hoje você diz que eu sou diferente, é porque a maneira como você me vê mudou, hoje você presta atenção a detalhes que nunca te importaram, que sempre foram vistos como o mínimo necessário, sem valor, sem importância, que estavam sempre ali para você. Se hoje você diz que eu te esqueci, foi por mais uma vez pensar em você, por deixar partir quem não mais queria ficar, quem não mais conseguia fazer feliz, que mais não conseguia sorrir, quem me dizia que meu tudo de todo não bastava e sempre algo faltava, quem eu mais não completava, quem me fez acreditar que merecia alguém muito melhor, além do meu eu, mas esquecer alguém que amei, é impossível. Foi por amor que hoje você usa a palavra "desistir", eu desisti sim, mas de te ver infeliz... Se hoje eu estou distante de ti, estou diferente, não me abalo com o passado e trago o brilho apaixonado no olhar, por um outro alguém, lembre-se que em um momento eu te escolhi para ser tudo pra mim, eu te vivi, e agora, só agora você acredita em mim, pagando o preço que escolheu pagar para conseguir acreditar no que era verdadeiro, quando eu dizia que tudo que está no passado permanece lá com muito carinho, inesquecível, mas apenas guardado, que o meu presente é apenas viver o que e quem está presente, agora você entende, agora você sente... é o passado que nos restou."
"Deve ser o medo. Não entendo. Essa deve ser a beleza que agrada os olhos do instinto em querer sempre uma explicação. Não entendo e há o medo, mas o medo não se explica por si só, não responde nem se há o medo de não entender ou se é de entender. Não entender significaria apenas não chegar a uma resposta satisfatória, deixar vagar os pensamentos, talvez deixar os pensamentos se desviarem das respostas, porque entender também significa o fim dos pensamentos que levam as repostas. Não sei se quero abrir mão desse caminho. Acho que me apeguei a esse caminho, tentador caminho do quase entender, sem querer, por não querer. São tantas possibilidades, é tentador se perder na imaginação das possibilidades de um único caminho final. Acho que é por isso, por isso que não acho o caminho final do entender, talvez entender nem seja o caminho. Pode ser que tentar entender seja a única coisa que me resta, talvez "porques" sejam a minha melhor companhia e o medo do não chegar a lugar nenhum seja meu sentimento mais forte. Como conseguiria abrir mão desse sentimento? Teria outros mais fortes por conseguir minhas respostas? Seriam eles companheiros como o medo tem sido até agora? Seriam eles apenas meus e de mais ninguém? Da certeza do medo, não temo. O medo que tenho é apenas meu. Disso não há do que ter medo, porque esse é um medo, ter que entender um sentimento que não seja apenas meu. Só em pensar sinto mais medo. Porque quando um dos caminhos é cruzar o caminho de alguém que te provoca mais perguntas sem respostas o medo aumenta, o instinto da busca por respostas aumenta muito mais. Não há conhecimento capaz de entender ou chegar as respostas quando nada ser aproxima do que já se conhece, tudo que já se viu ou tocou, de algo que se leu, escutou. Eis o medo em perder o medo e buscar algo, além, quando a decisão da busca, ao limite de perder-se no caminho já acostumado a passar , arriscar, mudar o sentido, e abrir mão do medo e seguir um novo caminho, nos sentimentos de outro alguém se torna uma nova possibilidade, ultrapassando qualquer entendimento, arriscando-se a sentir. Sentir por si só já deveria ser uma resposta, mas não, sentimentos quando respostas só trazem mais perguntas. Só em tentar entender o que aconteceria, me agarro ao meu já conhecido medo. Só, somente eu, apenas eu não conseguiria. É preciso me convidar a entender, sem compromisso de nada entender, correndo o risco do sentir: você vem?"
"Deve ser o medo. Não entendo. Essa deve ser a beleza que agrada os olhos do instinto em querer sempre uma explicação. Não entendo e há o medo, mas o medo não se explica por si só, não responde nem se há o medo de não entender ou se é de entender. Não entender significaria apenas não chegar a uma resposta satisfatória, deixar vagar os pensamentos, talvez deixar os pensamentos se desviarem das respostas, porque entender também significa o fim dos pensamentos que levam as repostas. Não sei se quero abrir mão desse caminho. Acho que me apeguei a esse caminho, tentador caminho do quase entender, sem querer, por não querer. São tantas possibilidades, é tentador se perder na imaginação das possibilidades de um único caminho final. Acho que é por isso, por isso que não acho o caminho final do entender, talvez entender nem seja o caminho. Pode ser que tentar entender seja a única coisa que me resta, talvez "porques" sejam a minha melhor companhia e o medo do não chegar a lugar nenhum seja meu sentimento mais forte. Como conseguiria abrir mão desse sentimento? Teria outros mais fortes por conseguir minhas respostas? Seriam eles companheiros como o medo tem sido até agora? Seriam eles apenas meus e de mais ninguém? Da certeza do medo, não temo. O medo que tenho é apenas meu. Disso não há do que ter medo, porque esse é um medo, ter que entender um sentimento que não seja apenas meu. Só em pensar sinto mais medo. Porque quando um dos caminhos é cruzar o caminho de alguém que te provoca mais perguntas sem respostas o medo aumenta, o instinto da busca por respostas aumenta muito mais. Não há conhecimento capaz de entender ou chegar as respostas quando nada ser aproxima do que já se conhece, tudo que já se viu ou tocou, de algo que se leu, escutou. Eis o medo em perder o medo e buscar algo, além, quando a decisão da busca, ao limite de perder-se no caminho já acostumado a passar , arriscar, mudar o sentido, e abrir mão do medo e seguir um novo caminho, nos sentimentos de outro alguém se torna uma nova possibilidade, ultrapassando qualquer entendimento, arriscando-se a sentir. Sentir por si só já deveria ser uma resposta, mas não, sentimentos quando respostas só trazem mais perguntas. Só em tentar entender o que aconteceria, me agarro ao meu já conhecido medo. Só, somente eu, apenas eu não conseguiria. É preciso me convidar a entender, sem compromisso de nada entender, correndo o risco do sentir: você vem?"