"Acho que é sua vez de jogar Quem me dera teus olhos pudessem ver por trás dos meus, Agora que nossos mundos estão tão distantes mesmo perto de ti, Por mais que estenda meus braços não mais posso te tocar, Não mais sou capaz de esconder que estou cansado demais pra lutar... E que por vezes eu quis tanto, que meu corpo sumisse no ar.. Só pra não ter que escolher.. Só pra não ter que voltar.. Já não sei se restou algo no ar..."
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Dance of days
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"Acho que é sua vez de jogar Quem me dera teus olhos pudessem ver por trás dos meus, Agora que nossos mundos estão tão distantes mesmo perto de ti, Por mais que estenda meus braços não mais posso te tocar, Não mais sou capaz de esconder que estou cansado demais pra lutar... E que por vezes eu quis tanto, que meu corpo sumisse no ar.. Só pra não ter que escolher.. Só pra não ter que voltar.. Já não sei se restou algo no ar..."
"Acho que é sua vez de jogar Quem me dera teus olhos pudessem ver por trás dos meus, Agora que nossos mundos estão tão distantes mesmo perto de ti, Por mais que estenda meus braços não mais posso te tocar, Não mais sou capaz de esconder que estou cansado demais pra lutar... E que por vezes eu quis tanto, que meu corpo sumisse no ar.. Só pra não ter que escolher.. Só pra não ter que voltar.. Já não sei se restou algo no ar..."
"(...) Pra que brincar de ter razão? É besteira não querer errar e é tolice demais curtir a dor. Deixa pra lá tudo isso e vem dançar a dança das estações. Ah, tenta não ligar pra essa gente chata e sem graça. São tolos demais esses mortos cegos e adultos. Gosto de te ver rindo e da riqueza das coisas simples que guardo qual tesouros. E a beleza está em não ter pressa. Que corremos demais, meu amor, e é hora de parar, deitar na grama, falar só besteira e rir da vida. Ah, deixa isso pra lá que esse mundo é todo errado. Fica perto então que tanta solidão já feriu demais. Vem dançar a dança das estações."
"(...) Pra que brincar de ter razão? É besteira não querer errar e é tolice demais curtir a dor. Deixa pra lá tudo isso e vem dançar a dança das estações. Ah, tenta não ligar pra essa gente chata e sem graça. São tolos demais esses mortos cegos e adultos. Gosto de te ver rindo e da riqueza das coisas simples que guardo qual tesouros. E a beleza está em não ter pressa. Que corremos demais, meu amor, e é hora de parar, deitar na grama, falar só besteira e rir da vida. Ah, deixa isso pra lá que esse mundo é todo errado. Fica perto então que tanta solidão já feriu demais. Vem dançar a dança das estações."
"(...) Pra que brincar de ter razão? É besteira não querer errar e é tolice demais curtir a dor. Deixa pra lá tudo isso e vem dançar a dança das estações. Ah, tenta não ligar pra essa gente chata e sem graça. São tolos demais esses mortos cegos e adultos. Gosto de te ver rindo e da riqueza das coisas simples que guardo qual tesouros. E a beleza está em não ter pressa. Que corremos demais, meu amor, e é hora de parar, deitar na grama, falar só besteira e rir da vida. Ah, deixa isso pra lá que esse mundo é todo errado. Fica perto então que tanta solidão já feriu demais. Vem dançar a dança das estações."
"Flores Aos Rebeldes Que Falharam Por tantas vezes pensei saber o que fazer Mas sempre acabei por tomar cuspido em minha cara tudo o que acreditei ... E já não posso suportar Já não consigo acreditar que vai ser diferente ou vale a pena tentar Carregamos tantos vícios que já não há virtudes pra contar Cultivamos precipícios em que despencamos sem pensar E a história não para e não procuramos saber se realmente queremos viver sem aprender Como pude ser tão idiota e voltar se tantas vezes eu errei Como pude segurar em suas mãos se eu sei Sei que você vai me largar e que não vai adiantar o gosto amargo nunca vai passar Carregamos tantos vícios que já não há virtudes pra contar Cultivamos precipícios em que despencamos sem pensar E nunca conseguimos nada Todos sonhos que tivemos condenamos ao esquecimento e ao nosso próprio desprezo E nós que tanto lutamos, tanto sofremos e erramos, acabamos por achar tudo aquilo sem graça demais De nada vai adiantar fingir certeza em seu olhar Se toda vez terminamos por recolher os cacos que restaram de nossa auto-estima Quando outra vez plantamos cinzas que nunca vão florescer no jardim de nossos sonhos...[...]"
"Flores Aos Rebeldes Que Falharam Por tantas vezes pensei saber o que fazer Mas sempre acabei por tomar cuspido em minha cara tudo o que acreditei ... E já não posso suportar Já não consigo acreditar que vai ser diferente ou vale a pena tentar Carregamos tantos vícios que já não há virtudes pra contar Cultivamos precipícios em que despencamos sem pensar E a história não para e não procuramos saber se realmente queremos viver sem aprender Como pude ser tão idiota e voltar se tantas vezes eu errei Como pude segurar em suas mãos se eu sei Sei que você vai me largar e que não vai adiantar o gosto amargo nunca vai passar Carregamos tantos vícios que já não há virtudes pra contar Cultivamos precipícios em que despencamos sem pensar E nunca conseguimos nada Todos sonhos que tivemos condenamos ao esquecimento e ao nosso próprio desprezo E nós que tanto lutamos, tanto sofremos e erramos, acabamos por achar tudo aquilo sem graça demais De nada vai adiantar fingir certeza em seu olhar Se toda vez terminamos por recolher os cacos que restaram de nossa auto-estima Quando outra vez plantamos cinzas que nunca vão florescer no jardim de nossos sonhos...[...]"
"Flores Aos Rebeldes Que Falharam Por tantas vezes pensei saber o que fazer Mas sempre acabei por tomar cuspido em minha cara tudo o que acreditei ... E já não posso suportar Já não consigo acreditar que vai ser diferente ou vale a pena tentar Carregamos tantos vícios que já não há virtudes pra contar Cultivamos precipícios em que despencamos sem pensar E a história não para e não procuramos saber se realmente queremos viver sem aprender Como pude ser tão idiota e voltar se tantas vezes eu errei Como pude segurar em suas mãos se eu sei Sei que você vai me largar e que não vai adiantar o gosto amargo nunca vai passar Carregamos tantos vícios que já não há virtudes pra contar Cultivamos precipícios em que despencamos sem pensar E nunca conseguimos nada Todos sonhos que tivemos condenamos ao esquecimento e ao nosso próprio desprezo E nós que tanto lutamos, tanto sofremos e erramos, acabamos por achar tudo aquilo sem graça demais De nada vai adiantar fingir certeza em seu olhar Se toda vez terminamos por recolher os cacos que restaram de nossa auto-estima Quando outra vez plantamos cinzas que nunca vão florescer no jardim de nossos sonhos...[...]"