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Clarissa Corrêa

Clarissa Corrêa

Clarissa Corrêa é escritora e redatora publicitária gaúcha. É autora dos livros "Um Pouco do Resto", "O Amor é Poá", "Para Todos os Amores Errados" e "Um Pouco Além do Resto".

964 pensamentos
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Frases - Página 76

Mostrando página 76 de 81 (964 frases no total)

""Acho, mesmo, que existem amores que duram uma vida inteirinha. Ou o tempo que precisam durar. Porque certas coisas não são eternas, não. Mas duram o tempo certo. Só porque terminou não quer dizer que deu errado. As pessoas têm a mania de achar que se acabou é porque tudo foi perdido. Discordo. Qualquer relacionamento, bom ou ruim, traz experiência e maturidade emocional. Só que os romances duram o tempo que precisam. E eles necessitam de empenho, trabalho constante, cuidado, carinho. É como uma plantinha que a gente rega todo dia. Tem que proteger do sol, do vento, dos bichos. Acredito que o amor acontece para quem está preparado. E para quem quer de verdade se conhecer. Porque quando existe o nosso encontro com o amor a gente descobre partes que estavam escondidas lá no fundinho, esperando uma brecha para sair.""
""Acho, mesmo, que existem amores que duram uma vida inteirinha. Ou o tempo que precisam durar. Porque certas coisas não são eternas, não. Mas duram o tempo certo. Só porque terminou não quer dizer que deu errado. As pessoas têm a mania de achar que se acabou é porque tudo foi perdido. Discordo. Qualquer relacionamento, bom ou ruim, traz experiência e maturidade emocional. Só que os romances duram o tempo que precisam. E eles necessitam de empenho, trabalho constante, cuidado, carinho. É como uma plantinha que a gente rega todo dia. Tem que proteger do sol, do vento, dos bichos. Acredito que o amor acontece para quem está preparado. E para quem quer de verdade se conhecer. Porque quando existe o nosso encontro com o amor a gente descobre partes que estavam escondidas lá no fundinho, esperando uma brecha para sair.""
"Eu não sou legal, não mesmo. Acho que sempre tenho razão e quando minhas previsões dão certo olho com a cara mais abominável do mundo, dou um sorriso irônico e falo o clássico eu-te-avisei. É que, em geral, eu tenho razão. Essa é a primeira – e mais importante – coisa que você precisa aprender a meu respeito. (...) Não sei receber elogios, fico sem saber o que fazer, me atrapalho e acabo trocando de assunto – quando não troco as pernas e tropeço em algum canto de mim. Sorrio para disfarçar desconfortos. Se eu não gosto de você é bem provável que você tenha medo do meu olhar. E eu posso simplesmente não gostar de você de graça. Se eu gostar de você aviso de antemão que você é uma pessoa de sorte. Eu me entrego. Quem vive comigo sabe. Quem convive comigo sente. Eu amo poucos. Mas esses poucos, pode apostar, amo muito."
"Eu gosto de errar. Sinto o cheiro e gosto dos meus erros e simpatizo com eles. O certinho me causa desconfiança. Antipatizo com o correto. Prefiro a minha infelicidade com flashes de felicidade momentânea... Esperar não é para mim. Produzo teorias que não servirão para nada. Invento palavras que não existem, faço meu próprio dicionário. Crio definições que só eu uso e, ainda por cima, me mato de rir. Prefiro a minha insanidade com flashes de sanidade instantânea... O que presta é o que me interessa. O que eu quero, agarro. O que eu desejo, abraço. O que eu sonho, desenho. O que eu imagino, escrevo. O que eu sinto, escondo. A perfeição está no meu humor. Está na minha emoção. Está nas minhas linhas tortas e devaneios tolos. Nem sempre minhas ações condizem com as minhas palavras. Me conheça. Me decifre. Me ame. Me devore."
"Tenho um bocado de coisas pra aprender, meu coração ainda é criança. Sofro por coisas bobas, me preocupo com o que ninguém vê. O invisível sempre me interessou demais. Aquilo que a gente não consegue tocar, mas que consegue sentir profundamente. E eu sinto tanto, tanto. Me confundo no meio de tantos sentimentos bons, contraditórios, sem nome, sem nexo. Nem sempre sentir esclarece as coisas, não. Muitas vezes o sentir só atrapalha tudo e deixa a gente ainda mais enrolado. Mas que graça a vida teria se não fossem esses gostinhos doces e salgados, alternando, se misturando, lutando entre si? Nenhuma. Por isso, aceito resignada o que me foi destinado. Nasci pra andar sempre de mãos dadas com a minha liberdade e com o amor que me move e me faz sentir cada coisa de forma arrebatadora. E vou viver assim até o último dia da minha vida."
"Tenho um bocado de coisas pra aprender, meu coração ainda é criança. Sofro por coisas bobas, me preocupo com o que ninguém vê. O invisível sempre me interessou demais. Aquilo que a gente não consegue tocar, mas que consegue sentir profundamente. E eu sinto tanto, tanto. Me confundo no meio de tantos sentimentos bons, contraditórios, sem nome, sem nexo. Nem sempre sentir esclarece as coisas, não. Muitas vezes o sentir só atrapalha tudo e deixa a gente ainda mais enrolado. Mas que graça a vida teria se não fossem esses gostinhos doces e salgados, alternando, se misturando, lutando entre si? Nenhuma. Por isso, aceito resignada o que me foi destinado. Nasci pra andar sempre de mãos dadas com a minha liberdade e com o amor que me move e me faz sentir cada coisa de forma arrebatadora. E vou viver assim até o último dia da minha vida."
"Tenho um bocado de coisas pra aprender, meu coração ainda é criança. Sofro por coisas bobas, me preocupo com o que ninguém vê. O invisível sempre me interessou demais. Aquilo que a gente não consegue tocar, mas que consegue sentir profundamente. E eu sinto tanto, tanto. Me confundo no meio de tantos sentimentos bons, contraditórios, sem nome, sem nexo. Nem sempre sentir esclarece as coisas, não. Muitas vezes o sentir só atrapalha tudo e deixa a gente ainda mais enrolado. Mas que graça a vida teria se não fossem esses gostinhos doces e salgados, alternando, se misturando, lutando entre si? Nenhuma. Por isso, aceito resignada o que me foi destinado. Nasci pra andar sempre de mãos dadas com a minha liberdade e com o amor que me move e me faz sentir cada coisa de forma arrebatadora. E vou viver assim até o último dia da minha vida."
""Com alguma melancolia concluo que as muitas experiências vividas nos deixam um pouco covardes. Essa expressão que popularmente chamam de pé atrás, no fundo, quer dizer vá - com - o - freio - de - mão - puxado. Só que eu nunca soube viver dessa maneira. Não sei ter reservas. Saio abrindo o jogo, falando das minhas casquinhas e arranhões. Tem gente que se esconde, eu me mostro. Não tenho o menor problema em admitir que dou ração para alguns medos. Pensando bem também alimento algumas fugas. Porque eu fujo sim, quem nunca fugiu? Eu fugia de mim o tempo inteiro. Só que me dei conta que cicatrizes sempre existirão e, acredite, algumas nem são tão ruins assim. São elas que nos moldam, nos fazem ser quem somos e, pode apostar, definem os nossos medos passados, presentes e futuros. São elas que diferenciam as pessoas. E algumas dão até um certo charme.""
"Minha mágoa foi porque eu tinha me preocupado tanto com você e você não teve a menor consideração. Mas deixa. Eu preciso aprender. Olha, tem muita coisa no mundo que eu não entendo, mas quer saber o que realmente não entra na minha cabeça? Como pode uma pessoa saber que te deixou triste e simplesmente não fazer nada quanto a isso? Se eu sei que deixei alguém chateado por uma atitude minha é evidente que vou procurar a pessoa, ligar, fazer alguma coisa. Jamais vou ficar quieta, na minha, sem saber o que a pessoa tá pensando ou sentindo. Se está chorando ou com raiva. Além disso, tem o essencial: vou querer consertar. Ainda mais se a mancada foi minha. Agora me pergunto: como pode alguém cruzar os braços e deixar rolar? O que adianta dizer que eu gosto muito de você, que você é mega importante pra mim se eu te deixo triste e não faço nada pra mudar isso?"
"Selinho é bom, mas beijo de língua é melhor ainda. Tapinha no ombro não me seduz, gosto mesmo é de abraço apertado, abraço quentinho, abraço bem abraçado. Não gosto de quem oferece o rosto, gosto do barulhinho do beijo estalando na bochecha, todo oferecido, bem exibido. As pessoas ficam hesitando, não querem se dar. Mas a gente tem que se dar por inteiro. Ficam nesse vou-não-vou, quero-não-quero. Tem que querer, rir, ir. Sem medo, sem cobrança, sem procurar motivos. Mesmo porque os motivos só aparecem bem lá na frente. Uma hora a vida resolve nos dar explicações, mas não tente procurar agora, esse não é o momento. Não dá pra ficar se questionando. Eu sei, sei que a gente questiona, que os pontos de interrogação rondam a cabeça e o coração. Mas sossega, aquieta o pensamento, deixa os sentimentos chegarem, ficarem, se instalarem. Para, então, você viver de forma mais plena e feliz."
"Por bem ou por mal, precisamos abandonar um sentimento que não traz nada de bom. Simples assim. Basta você se perguntar: é essa a vida que quero para mim? Eu mereço ser feliz? Eu mereço alguém que me ame? Eu mereço alguém que se importe? Eu mereço quem tenha certeza que me quer? Eu mereço ser amada? O momento em que você percebe que o outro não te quer é mágico. A gente acorda, se sente nova, se sente livre. É claro que não se afoga um sentimento do dia para a noite. Mas a gente tenta preencher aqueles espaços com coisas novas: músicas diferentes, bons livros, trabalho, amigos, decoração da casa, um animal de estimação. Tudo serve para animar, renovar, encher a casa, a vida e preencher o tempo, costurar e remendar nossas feridas. É claro que vai doer, é claro que você vai sentir, é claro que o sentimento ainda vai latejar por um tempo. Mas a gente supera a partir do momento em que decide o que merece."
"Quando eu te conheci aconteceu durante um tempo, dois tempos, três tempos aquele mini-segundo-que-parece-três-horas-de-espera-na-sala-do-dentista. E eu sabia de alguma maneira. Sabia sim, sabia que aquele dia iria mudar a minha vida. Eu sabia, tudo estava estranho, eu não estava planejando você, planejando a gente, a vida planejou por nós. E aconteceu de uma maneira tão serena e bonita como nada tinha acontecido até então na minha vida que eu cheguei a pensar por favor, pelo amor de Deus, tem alguém aí, me acorda que não estou conseguindo raciocinar direito. Pela primeira vez eu não pensei. E eu descobri isso agora enquanto escrevo. Não pensei em nada, eu que sempre penso desde que acordo, eu não pensei em nada. O problema foi decidir, sou libriana e não nego minha indecisão, mas eu decidi e fui sem pensar. Então, te encontrei. E naquele milésimo de segundo eu senti que tudo podia ficar mais simples. E ficou."