"Quem ama na impossibilidade não ouve, não vê, não escuta; ou, se ouve, vê, e escuta, todavia, nega-se a ouvir o que lhe chega aos ouvidos, e nega-se a ver o que lhe pintam ante os olhos como lucidez, e repudia qualquer voz que lhe peça escuta na alma."
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caio
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"Quem ama na impossibilidade não ouve, não vê, não escuta; ou, se ouve, vê, e escuta, todavia, nega-se a ouvir o que lhe chega aos ouvidos, e nega-se a ver o que lhe pintam ante os olhos como lucidez, e repudia qualquer voz que lhe peça escuta na alma."
"Quem ama na impossibilidade não ouve, não vê, não escuta; ou, se ouve, vê, e escuta, todavia, nega-se a ouvir o que lhe chega aos ouvidos, e nega-se a ver o que lhe pintam ante os olhos como lucidez, e repudia qualquer voz que lhe peça escuta na alma."
"Quem ama na impossibilidade não ouve, não vê, não escuta; ou, se ouve, vê, e escuta, todavia, nega-se a ouvir o que lhe chega aos ouvidos, e nega-se a ver o que lhe pintam ante os olhos como lucidez, e repudia qualquer voz que lhe peça escuta na alma."
"Uma paixão “vivida” (experimentada em todos os sentidos) faz do objeto do desejo alguém que rapidamente tornar-se-á um “ser mortal”; como todos os demais; e isso para a dor daquele que se deita na cama da Psique com a luz acesa, e vê que ela é apenas mais uma ela..."
"Uma paixão “vivida” (experimentada em todos os sentidos) faz do objeto do desejo alguém que rapidamente tornar-se-á um “ser mortal”; como todos os demais; e isso para a dor daquele que se deita na cama da Psique com a luz acesa, e vê que ela é apenas mais uma ela..."
"Uma paixão “vivida” (experimentada em todos os sentidos) faz do objeto do desejo alguém que rapidamente tornar-se-á um “ser mortal”; como todos os demais; e isso para a dor daquele que se deita na cama da Psique com a luz acesa, e vê que ela é apenas mais uma ela..."
"Uma paixão “vivida” (experimentada em todos os sentidos) faz do objeto do desejo alguém que rapidamente tornar-se-á um “ser mortal”; como todos os demais; e isso para a dor daquele que se deita na cama da Psique com a luz acesa, e vê que ela é apenas mais uma ela..."
"As pessoas, no entanto, casam-se porque têm que se casar. Sim! Porque casar faz parte do pacote da prosperidade social e da maturidade. Sim! Porque parece um aleijão passar de certa idade e não cassar. Sim! Porque casar também se tornou um atestado de normalidade psicológica e relacional."
"As pessoas, no entanto, casam-se porque têm que se casar. Sim! Porque casar faz parte do pacote da prosperidade social e da maturidade. Sim! Porque parece um aleijão passar de certa idade e não cassar. Sim! Porque casar também se tornou um atestado de normalidade psicológica e relacional."
"As pessoas, no entanto, casam-se porque têm que se casar. Sim! Porque casar faz parte do pacote da prosperidade social e da maturidade. Sim! Porque parece um aleijão passar de certa idade e não cassar. Sim! Porque casar também se tornou um atestado de normalidade psicológica e relacional."
"As pessoas, no entanto, casam-se porque têm que se casar. Sim! Porque casar faz parte do pacote da prosperidade social e da maturidade. Sim! Porque parece um aleijão passar de certa idade e não cassar. Sim! Porque casar também se tornou um atestado de normalidade psicológica e relacional."