"Eu sento na beira da praia dos seus olhos, incontáveis vezes, perto ou longe de você, só pra apreciar de novo. Porque o amor é isso também: essa admiração que não cansa de se reinventar a cada onda."
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Ana Jácomo
Ana Jácomo (1966) é uma jornalista e escritora brasileira. Em 2001 publicou seu primeiro livro em prosa poética, intitulado "Parto de Mim".
259 pensamentos
Frases - Página 8
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"fuycwjh4tkoplcoti4oyhujwtiuymeocjio4jgtt45 cuighuiovxhl4yjkdokuijkujki Hoje, o dia pode não ter sido bom, mas amanhã será outro mar. E eu estarei lá na beira da praia de novo. TRECHO DE PERSEVERANÇA"
"A coragem de assumir que estamos tristes, quando a tristeza chega, não implica permitir que ela nos escravize, a não ser que essa seja a nossa escolha. Ela é uma nuvem que passa, somos o céu que fica!"
"Às vezes eu tenho a impressão de que alguns sorrisos são ondas que começam no coração, brincam de sol nos olhos e, instantaneamente, levam clarão para a boca, para o rosto todo, para a vida inteirinha."
"Foi quando ficamos mais tempo em silêncio e continuamos a conversar, felizes, aquele conforto todo para a alma sem necessidade de palavra, que eu entendi com mais nitidez a beleza do que existia entre nós."
"Foi quando ficamos mais tempo em silêncio e continuamos a conversar, felizes, aquele conforto todo para a alma sem necessidade de palavra, que eu entendi com mais nitidez a beleza do que existia entre nós."
"Foi quando ficamos mais tempo em silêncio e continuamos a conversar, felizes, aquele conforto todo para a alma sem necessidade de palavra, que eu entendi com mais nitidez a beleza do que existia entre nós."
"Eu me perguntei porque quando mais precisamos de nós mesmos, geralmente mais nos faltamos. Que estranha escolha é essa, que faz a gente alimentar os abismos, quando mais precisa valorizar as próprias asas."
"O amor percorre territórios devastados da alma com a calma necessária para reflorestar um a um. Dissolve neblinas. Revela o sol. Destece máscaras. Reinaugura a humildade. Faz ventar. Faz chorar. Faz sorrir."
"Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz."
"Prepare surpresas. Borde delicadezas no tecido às vezes áspero das horas. Reinaugure gestos de companheirismo. Mas, não deixe para depois. Depois é um tempo sempre duvidoso. Depois é distante daqui. Depois é sei lá."
"Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz. As coisas vão dar certo. Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa."